Ora, segundo post de março.
Para você que as vezes vem bater na minha porta quando eu menos espero, me lembrando do quanto eu estava esperando. Para você que desaparece sem deixar nada além de uma vaga lembrança e aquela pontinha de esperança que parece nunca querer ir embora. Sim, sim, eu falo de você que tem mania de cutucar meus pensamentos só para tira-los dos trilhos habituais e leva-los para uma cidade onde só o seu fantasma vive. Para você que parece um pesadelo terrível, mas que mesmo assim eu não tenho a menor vontade de ser acordado ou salvo. Ah, sim, sou apenas poeira, é claro, mas sim, para você de tantas coisas: Como eu gosto de ti.
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