sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Egmont Overture
Hoje é um dia de luto.
Hoje. Dia 27 de Outubro do ano 2009.
As gerações futuras irão conhecer o dia de hoje como "O Começo da Era das Trevas II"
Palavras não terão carga suficiente para transcrever o que acontecimento de hoje. No futuro, não existiram bíblias sobre isso, embora seja um fato tenebroso e histórico.
No dia de hoje, nem mesmo a Matrix ou o Cyberspace irá parecer algo impossível ao olhos de terceiros. Ah, pois sim. O impossível se torna possível e os sonhos devoram a realidade enterrando seus tentes afiados destruindo o pobre vento solitário. Hoje a vela que deveria durar sete dias durará apenas sete horas e as noites tomarão conta dos dias, pois hoje.
Hoje é o pior dos apocalípsis.
Hoje. Dia 27 de Outubro do ano 2009.
As gerações futuras irão conhecer o dia de hoje como "O Começo da Era das Trevas II"
Palavras não terão carga suficiente para transcrever o que acontecimento de hoje. No futuro, não existiram bíblias sobre isso, embora seja um fato tenebroso e histórico.
No dia de hoje, nem mesmo a Matrix ou o Cyberspace irá parecer algo impossível ao olhos de terceiros. Ah, pois sim. O impossível se torna possível e os sonhos devoram a realidade enterrando seus tentes afiados destruindo o pobre vento solitário. Hoje a vela que deveria durar sete dias durará apenas sete horas e as noites tomarão conta dos dias, pois hoje.
Hoje é o pior dos apocalípsis.
sábado, 24 de outubro de 2009
Breathe (2 AM)
“Baladinha” que eu escutei numa dessas noites. Coincidentemente está na OST do meu filme preferido.
A letra não tem muito a ver com... comigo. XD Mas ela me trás uma memória especial, no que eram para ser dias difíceis, mas estão sendo leves e simples de atravessar. ( E depois que eu prometi e você também, então ta aí. XD )
2 am and she calls me 'cause I'm still awake
Can you help me unravel my latest mistake
I don't love him, winter just wasn't my season
Yeah, we walk through the doors, so accusing their eyes
Like they have any right at all to criticize
Hypocrites, you're all here for the very same reason!
'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, girl
So cradle your head in your hands
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe
May he turn 21 on the base at Fort Bliss
Just a day, he sat down to the flask in his fist
Ain't been sober, since maybe October of last year
Here in town you can tell he's been down for a while
But, my God, it's so beautiful when the boy smiles
Wanna hold him, maybe I'll just sing about it
'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, boys
So cradle your head in your hands
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe
There's a light at each end of this tunnel
You shout 'cause you're just as far in
As you'll ever be out
These mistakes you've made, you'll just make them again
If you only try turning around
2 am and I'm still awake, writing a song
If I get it all down on paper
It's no longer inside of me, threatening the life it belongs to
And I feel like I'm naked in front of the crowd
Cause these words are my diary, screaming and loud
And I know that you'll use them, however you want to
'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, now
Sing it if you understand
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe...
A letra não tem muito a ver com... comigo. XD Mas ela me trás uma memória especial, no que eram para ser dias difíceis, mas estão sendo leves e simples de atravessar. ( E depois que eu prometi e você também, então ta aí. XD )
2 am and she calls me 'cause I'm still awake
Can you help me unravel my latest mistake
I don't love him, winter just wasn't my season
Yeah, we walk through the doors, so accusing their eyes
Like they have any right at all to criticize
Hypocrites, you're all here for the very same reason!
'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, girl
So cradle your head in your hands
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe
May he turn 21 on the base at Fort Bliss
Just a day, he sat down to the flask in his fist
Ain't been sober, since maybe October of last year
Here in town you can tell he's been down for a while
But, my God, it's so beautiful when the boy smiles
Wanna hold him, maybe I'll just sing about it
'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, boys
So cradle your head in your hands
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe
There's a light at each end of this tunnel
You shout 'cause you're just as far in
As you'll ever be out
These mistakes you've made, you'll just make them again
If you only try turning around
2 am and I'm still awake, writing a song
If I get it all down on paper
It's no longer inside of me, threatening the life it belongs to
And I feel like I'm naked in front of the crowd
Cause these words are my diary, screaming and loud
And I know that you'll use them, however you want to
'Cause you can't jump the track
We're like cars on a cable
And life's like an hourglass, glued to the table
No one can find the rewind button, now
Sing it if you understand
And breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe
Woah breathe, just breathe...
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Lunar Lament
Tá ruim de escrever. Huaheiae, má vamo lá.
‘This is the end of all her miracles’
Você entende, não é ? O final de todos os milagres.
Eu sei, você sabe, todos nós sabemos. Todas as mágicas parecem ter se acabado
O que faremos ? O que faremos sem os milagres ?
Mesmo sendo esse o fim, o que restará para nós ?
Bem, eu ainda consigo escutar os cantos no quarto escuro
Eles parecem nunca irem embora, os ecos da mágica.
Embora o relógio esteja congelado
E os sapatos amarrados com forcas, é preciso dar adeus
Adeus para os sonhos e os feitiços
Adeus para os velhos amigos e velhas lembranças
Os milagres acabaram
Feito de tristeza, o futuro segue sua rota
Sem os milagres, e agora ? Não era para ser assim.
Não, não era para ser assim.
‘This is the end of all her miracles’
Você entende, não é ? O final de todos os milagres.
Eu sei, você sabe, todos nós sabemos. Todas as mágicas parecem ter se acabado
O que faremos ? O que faremos sem os milagres ?
Mesmo sendo esse o fim, o que restará para nós ?
Bem, eu ainda consigo escutar os cantos no quarto escuro
Eles parecem nunca irem embora, os ecos da mágica.
Embora o relógio esteja congelado
E os sapatos amarrados com forcas, é preciso dar adeus
Adeus para os sonhos e os feitiços
Adeus para os velhos amigos e velhas lembranças
Os milagres acabaram
Feito de tristeza, o futuro segue sua rota
Sem os milagres, e agora ? Não era para ser assim.
Não, não era para ser assim.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Jumper
Dias longos, dias chatos.
Dias intermináveis. Salvo por duas pessoas.
Apenas duas pessoas.
Ora. Seria mais fácil.
Mas seria mais complicado.
Dias... dias e dias.
..
Que saco, rapaz.
Dias intermináveis. Salvo por duas pessoas.
Apenas duas pessoas.
Ora. Seria mais fácil.
Mas seria mais complicado.
Dias... dias e dias.
..
Que saco, rapaz.
sábado, 17 de outubro de 2009
I Have a Special Plan
Isso me tomou um bom tempo.
Quando todos que você já amou finalmente se foi
Quando tudo que você sempre quis finalmente teve seu final
Quando todos seus pesadelos estão por um tempo obscurecidos
Por um brilhante farol sem cérebro
Ou por um eclipse de várias formas terríveis desse mundo
Quando você está calmo e contente
E finalmente totalmente sozinho
Em uma grande nova escuridão
Você finalmente irá executar seu plano especial
“O escolhido precisa ter um plano”, alguém disse, quem tenha indo embora nas trevas
E quem eu precisava acreditar estava dormindo ou morto
Imagine que ele falou: “Toda a carne que já foi comida
Os dentes arrancando-as
A língua sentindo o sabor
Agora jogue essa carne fora” ele disse
“Jogue fora os dentes e a língua
O sabor e a fome
Jogue fora tudo, assim é.”
Esse era o plano
Meu próprio especial plano para esse mundo
Eu escuto essas palavras e ainda assim eu não imagino
Se essas criaturas quais eu tenho imaginado dormindo ou mortas se aproxima de suas visão
Mesmo em seus sonhos mais profundos
Ou em sua real última morte
Porque eu tenho ouvido tais planos, tais visões
E eu sabia que eles não viam longe o bastante
Mas isso foi demandado na forma de um plano
Precisando ir além da língua e dos tentes e da fome e da carne
Além dos ossos e até mesmo da poeira dos ossos e o vento que poderia vir soprar a poeira para longe
E assim eu comecei a perceber uma escuridão que estava muito antes da escuridão da noite
E uma estranha luz brilhante
Que não deve nada à luz do dia
Aquele dia talvez possa parecer com outros dias
Mais uma vez, sentimos a trepidações nas pequenas pernas
Mais uma vez, estamos esmagados por um grande medo
Mas aquele dia não terá outros depois
Sem mais mundos iguais a esse
Porque eu tenho um plano
Um plano muito especial
Sem mais mundos iguais a esse
Sem mais dias iguais a esse
“Há quatro modos de morrer”, um sarcástico espírito talvez tenha dito a mim
“Há a morte que ocorre relativamente derrepende
Há a morte que ocorre relativamente gradualmente
Há a morte que ocorre indolor
E há a morte que ocorre repleta de sofrimento
Assim, por vários meios que são combinados
O derrepende e o gradualmente
O indolor e o repleto de sofrimento
Para dizer, apenas quatro maneiras de morrer
E não há outras”
Mesmo depois de sua voz ter parado de falar
Eu escutei falar novamente
Depois de horas e dias e anos terem se passado
Eu ouvi mais palavras
Ainda, tudo que eu ouvia foram os ecos fracos lembrando-me
Não há outros
Não há outros
Foi naquela época que eu comecei a confeccionar
Eu plano especial ?
Não há maneiras de escapar desse mundo
Ele penetra mesmo em seu sono
E é a substância
Você é pego em seu próprio sonhar
Onde não há escapatória
E um inferno sempre onde não há tempo
Você não pode fazer nada que não tenha sido mandado
Não há nem mesmo esperança para escapar desse sonho
Ele nunca foi seu
As palavras que você fala são apenas as palavras dele
E você fala como um traidor
Sob sua tortura incessante
Há muitos que tem projetos sobre esse mundo
E sonham com selvagens e vastas reformas
Eu tenho escutado eles falando em seu sonho
Sobre mutações elegantes
E aniquilação de astúcia
Eu tenho ouvido eles sussurrarem em cantos de casas destroçadas
E em becos próximos aos fundos das ruas de seus destroçados e quebrados universos
Que em seus novos designs foram feitos em linhas retas e com som
Mas cada um desses projetos são concebidos
São perturbados em seus corações
Já que eles vêem esse mundo como se fosse sozinho e original
E não como um em incontáveis outros
Cujo os pesadelos tem procedências
Como um enorme jardim brotando de uma única semente
Eu tenho escutado esses sonhadores falando em seus sonos
E eu espero por eles
Em um topo de um lance de escadas escuras
Eles não sabem nada sobre mim
E nenhum dos segredos de meu plano especial
Enquanto eu sei todos destroçados e quebrados passos deles
Teve a voz de alguém que estava esperando na escuridão
Quem estava olhando para a lua e esperando por eu virar a esquina
E entrar em uma rua estreita
E ficar com ele no maçante vidrado luar
E aí ele falou para mim
Ele sussurrou
Que meu plano era errado
Que meu plano especial para esse mundo era um terrível engano
“Porque”, ele disse, “Não há nada para fazer e não há nenhum lugar para ir
Não há nada para ser e ninguém para saber
Seu plano é um engano”, ele repetiu
“Esse mundo é um engano”, Eu respondi
As crianças sempre seguian ele
Quando eles rezavam para ser
Um andar divertido
Um homem divertido
Um home divertido, divertido, divertido
Ele os fez rir algumas vezes
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
Um dia ele os levou para um lugar
Ele conhecia um lugar especial
E contou a eles coisas sobre esse mundo
Esse tão divertido mundo
Quais o fizeram rir as vezes
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
E então o homem engraçado que os fizeram rir
As vezes ele fazia
Relavam a eles o seu plano especial
O seu plano muito especial e divertido
Sabendo que eles poderia entender
E talvez rir algumas coisas
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
Seus olhos cresceram abaixo de suas pálpebras
E como ele os fez rolar
Eu primeiro aprendi os fatos de um lunático
Em um escuro e quieto quarto que fedia como o tempo e o espaço
Não há pessoas
Nada mesmo como isso
O fenômeno humano é apenas a soma das camadas densamente enroladas em ilusão
Quais são postos a cima de um vento de suprema insanidade
Não há personalidades de todos os tipos
Quando todos eles podem ser espelhos sem mente
Rindo e gritando enquanto desfilam sobre
Em um sonho infinito
Mas quando eu perguntei ao lunático o que era
Ele jurou a si mesmo junto daqueles espelhos
Enquanto eles marchavam em um infinito tempo e espaço obsoleto
Ele apenas olhou e sorriu
Então ele riu e gritou
E em seus vazios olhos escuros
Eu vi por um momento como em um espelho
A forma de uma sombra da divinidade
Em vôo para um obsoleto infinito
Do tempo e espaço e o pior de tudo
Dos sonhos desse mundo
Meu plano especial para as risas
E para os gritos
Nós fomos ver algumas pequenas neves
Que foi encenada em um antigo galpão
Passado a orla da cidade
E tudo pareceu estar bem
A cortina do palco em miniatura brilhava no escuro
Enquanto aquelas bonecas eram puxadas por suas cordas diante de nossos olhos
E tudo pareceu estar bem
Mas depois veio um ponto de alguns tinham notado
E eu era um
Que silenciosamente abandoou o show
Não, eu não
Porque eu poderia ver para onde as coisas estavam indo
Como as travessuras dos bonecos ficaram estranhas
E as cordas frágeis ficaram tensas
Com seus pequeninos membros
Os outros a minha volta ficaram chocados
E abandonaram o show
Aquele foi um apresentado em um pequeno galpão
Passado a orla da cidade
Mas eu queria testemunhar o que nunca poderia ser
Eu queria ver o que não poderia ser visto
Mas no momento do desastre ser consumado
Meus fantoches tornaram a encarar o ventríloquo
Estava no crepúsculo e eu estava envolto a uma névoa acinzentada abaixo do grande edifício vazio
Quando o silêncio foi enriquecido por uma voz ressonante
“Todas as coisas desse mundo,” disse
“são apenas de uma essência
Para qual não há palavras
Essa é uma grande parte que não tem começo nem final
E para uma essência desse mundo para qual não existe palavras
É que tudo desse mundo
Essa é a menor parte que teve um começo e terá um fim
E para que a palavra fosse concebida especialmente para falar
O pequeno quebrado nesse mundo teve início”, ele disse
“Os inícios e os finais desse mundo”, ele disse
Para que a palavra fosse concebida especialmente para falar
Agora remova essas palavras e o que resta ?”, ele me pergunta
Enquanto eu estava parado no crepúsculo do grande prédio
Mas eu não respondi
A pergunta ecoou várias vezes
Mas eu permaneci em silêncio até que o eco morresse
E quando o crepúsculo se transformou em noite, eu senti meu
Plano especial, para qual não há palavras
Movendo-se para uma escuridão maior
Há alguns que não tem vozes
Ou nunca irão falar
Porque das coisas que ele sabe sobre esse mundo
E as coisas que eles sentiram sobre esse mundo
Porque os pensamentos que enchem o cérebro
É um cérebro danificado
Porque a dor que enche o corpo
É um corpo danificado
Existem em outras palavras
Incontáveis palavras
Quais ficam sozinhas em um vazio infinitamente escuro
Para o qual nenhuma palavra foi concebida
E onde nenhuma voz é capaz de falar
Quando um cérebro é repleto de pensamentos danificados
Quando um corpo danificado é repleto de dor
E permanece sozinho em um mundo cercado com o vazio infinitamente escuro
E existe um mundo para o qual não há um plano especial
Quando todos que você já amou finalmente se foi
Quando tudo que você sempre quis finalmente teve seu final
Quando todos seus pesadelos estão por um tempo obscurecidos
Por um brilhante farol sem cérebro
Ou por um eclipse de várias formas terríveis desse mundo
Quando você está calmo e contente
E finalmente totalmente sozinho
Em uma grande nova escuridão
Você finalmente irá executar seu plano especial
Quando todos que você já amou finalmente se foi
Quando tudo que você sempre quis finalmente teve seu final
Quando todos seus pesadelos estão por um tempo obscurecidos
Por um brilhante farol sem cérebro
Ou por um eclipse de várias formas terríveis desse mundo
Quando você está calmo e contente
E finalmente totalmente sozinho
Em uma grande nova escuridão
Você finalmente irá executar seu plano especial
“O escolhido precisa ter um plano”, alguém disse, quem tenha indo embora nas trevas
E quem eu precisava acreditar estava dormindo ou morto
Imagine que ele falou: “Toda a carne que já foi comida
Os dentes arrancando-as
A língua sentindo o sabor
Agora jogue essa carne fora” ele disse
“Jogue fora os dentes e a língua
O sabor e a fome
Jogue fora tudo, assim é.”
Esse era o plano
Meu próprio especial plano para esse mundo
Eu escuto essas palavras e ainda assim eu não imagino
Se essas criaturas quais eu tenho imaginado dormindo ou mortas se aproxima de suas visão
Mesmo em seus sonhos mais profundos
Ou em sua real última morte
Porque eu tenho ouvido tais planos, tais visões
E eu sabia que eles não viam longe o bastante
Mas isso foi demandado na forma de um plano
Precisando ir além da língua e dos tentes e da fome e da carne
Além dos ossos e até mesmo da poeira dos ossos e o vento que poderia vir soprar a poeira para longe
E assim eu comecei a perceber uma escuridão que estava muito antes da escuridão da noite
E uma estranha luz brilhante
Que não deve nada à luz do dia
Aquele dia talvez possa parecer com outros dias
Mais uma vez, sentimos a trepidações nas pequenas pernas
Mais uma vez, estamos esmagados por um grande medo
Mas aquele dia não terá outros depois
Sem mais mundos iguais a esse
Porque eu tenho um plano
Um plano muito especial
Sem mais mundos iguais a esse
Sem mais dias iguais a esse
“Há quatro modos de morrer”, um sarcástico espírito talvez tenha dito a mim
“Há a morte que ocorre relativamente derrepende
Há a morte que ocorre relativamente gradualmente
Há a morte que ocorre indolor
E há a morte que ocorre repleta de sofrimento
Assim, por vários meios que são combinados
O derrepende e o gradualmente
O indolor e o repleto de sofrimento
Para dizer, apenas quatro maneiras de morrer
E não há outras”
Mesmo depois de sua voz ter parado de falar
Eu escutei falar novamente
Depois de horas e dias e anos terem se passado
Eu ouvi mais palavras
Ainda, tudo que eu ouvia foram os ecos fracos lembrando-me
Não há outros
Não há outros
Foi naquela época que eu comecei a confeccionar
Eu plano especial ?
Não há maneiras de escapar desse mundo
Ele penetra mesmo em seu sono
E é a substância
Você é pego em seu próprio sonhar
Onde não há escapatória
E um inferno sempre onde não há tempo
Você não pode fazer nada que não tenha sido mandado
Não há nem mesmo esperança para escapar desse sonho
Ele nunca foi seu
As palavras que você fala são apenas as palavras dele
E você fala como um traidor
Sob sua tortura incessante
Há muitos que tem projetos sobre esse mundo
E sonham com selvagens e vastas reformas
Eu tenho escutado eles falando em seu sonho
Sobre mutações elegantes
E aniquilação de astúcia
Eu tenho ouvido eles sussurrarem em cantos de casas destroçadas
E em becos próximos aos fundos das ruas de seus destroçados e quebrados universos
Que em seus novos designs foram feitos em linhas retas e com som
Mas cada um desses projetos são concebidos
São perturbados em seus corações
Já que eles vêem esse mundo como se fosse sozinho e original
E não como um em incontáveis outros
Cujo os pesadelos tem procedências
Como um enorme jardim brotando de uma única semente
Eu tenho escutado esses sonhadores falando em seus sonos
E eu espero por eles
Em um topo de um lance de escadas escuras
Eles não sabem nada sobre mim
E nenhum dos segredos de meu plano especial
Enquanto eu sei todos destroçados e quebrados passos deles
Teve a voz de alguém que estava esperando na escuridão
Quem estava olhando para a lua e esperando por eu virar a esquina
E entrar em uma rua estreita
E ficar com ele no maçante vidrado luar
E aí ele falou para mim
Ele sussurrou
Que meu plano era errado
Que meu plano especial para esse mundo era um terrível engano
“Porque”, ele disse, “Não há nada para fazer e não há nenhum lugar para ir
Não há nada para ser e ninguém para saber
Seu plano é um engano”, ele repetiu
“Esse mundo é um engano”, Eu respondi
As crianças sempre seguian ele
Quando eles rezavam para ser
Um andar divertido
Um homem divertido
Um home divertido, divertido, divertido
Ele os fez rir algumas vezes
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
Um dia ele os levou para um lugar
Ele conhecia um lugar especial
E contou a eles coisas sobre esse mundo
Esse tão divertido mundo
Quais o fizeram rir as vezes
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
E então o homem engraçado que os fizeram rir
As vezes ele fazia
Relavam a eles o seu plano especial
O seu plano muito especial e divertido
Sabendo que eles poderia entender
E talvez rir algumas coisas
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
Seus olhos cresceram abaixo de suas pálpebras
E como ele os fez rolar
Eu primeiro aprendi os fatos de um lunático
Em um escuro e quieto quarto que fedia como o tempo e o espaço
Não há pessoas
Nada mesmo como isso
O fenômeno humano é apenas a soma das camadas densamente enroladas em ilusão
Quais são postos a cima de um vento de suprema insanidade
Não há personalidades de todos os tipos
Quando todos eles podem ser espelhos sem mente
Rindo e gritando enquanto desfilam sobre
Em um sonho infinito
Mas quando eu perguntei ao lunático o que era
Ele jurou a si mesmo junto daqueles espelhos
Enquanto eles marchavam em um infinito tempo e espaço obsoleto
Ele apenas olhou e sorriu
Então ele riu e gritou
E em seus vazios olhos escuros
Eu vi por um momento como em um espelho
A forma de uma sombra da divinidade
Em vôo para um obsoleto infinito
Do tempo e espaço e o pior de tudo
Dos sonhos desse mundo
Meu plano especial para as risas
E para os gritos
Nós fomos ver algumas pequenas neves
Que foi encenada em um antigo galpão
Passado a orla da cidade
E tudo pareceu estar bem
A cortina do palco em miniatura brilhava no escuro
Enquanto aquelas bonecas eram puxadas por suas cordas diante de nossos olhos
E tudo pareceu estar bem
Mas depois veio um ponto de alguns tinham notado
E eu era um
Que silenciosamente abandoou o show
Não, eu não
Porque eu poderia ver para onde as coisas estavam indo
Como as travessuras dos bonecos ficaram estranhas
E as cordas frágeis ficaram tensas
Com seus pequeninos membros
Os outros a minha volta ficaram chocados
E abandonaram o show
Aquele foi um apresentado em um pequeno galpão
Passado a orla da cidade
Mas eu queria testemunhar o que nunca poderia ser
Eu queria ver o que não poderia ser visto
Mas no momento do desastre ser consumado
Meus fantoches tornaram a encarar o ventríloquo
Estava no crepúsculo e eu estava envolto a uma névoa acinzentada abaixo do grande edifício vazio
Quando o silêncio foi enriquecido por uma voz ressonante
“Todas as coisas desse mundo,” disse
“são apenas de uma essência
Para qual não há palavras
Essa é uma grande parte que não tem começo nem final
E para uma essência desse mundo para qual não existe palavras
É que tudo desse mundo
Essa é a menor parte que teve um começo e terá um fim
E para que a palavra fosse concebida especialmente para falar
O pequeno quebrado nesse mundo teve início”, ele disse
“Os inícios e os finais desse mundo”, ele disse
Para que a palavra fosse concebida especialmente para falar
Agora remova essas palavras e o que resta ?”, ele me pergunta
Enquanto eu estava parado no crepúsculo do grande prédio
Mas eu não respondi
A pergunta ecoou várias vezes
Mas eu permaneci em silêncio até que o eco morresse
E quando o crepúsculo se transformou em noite, eu senti meu
Plano especial, para qual não há palavras
Movendo-se para uma escuridão maior
Há alguns que não tem vozes
Ou nunca irão falar
Porque das coisas que ele sabe sobre esse mundo
E as coisas que eles sentiram sobre esse mundo
Porque os pensamentos que enchem o cérebro
É um cérebro danificado
Porque a dor que enche o corpo
É um corpo danificado
Existem em outras palavras
Incontáveis palavras
Quais ficam sozinhas em um vazio infinitamente escuro
Para o qual nenhuma palavra foi concebida
E onde nenhuma voz é capaz de falar
Quando um cérebro é repleto de pensamentos danificados
Quando um corpo danificado é repleto de dor
E permanece sozinho em um mundo cercado com o vazio infinitamente escuro
E existe um mundo para o qual não há um plano especial
Quando todos que você já amou finalmente se foi
Quando tudo que você sempre quis finalmente teve seu final
Quando todos seus pesadelos estão por um tempo obscurecidos
Por um brilhante farol sem cérebro
Ou por um eclipse de várias formas terríveis desse mundo
Quando você está calmo e contente
E finalmente totalmente sozinho
Em uma grande nova escuridão
Você finalmente irá executar seu plano especial
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
next stage
ZETSUBOUSHITA !
O fato de nós vivermos em um constante atraso de tempo me deixou em desespero O:
O fato de nós vivermos em um constante atraso de tempo me deixou em desespero O:
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Here With Me
Olhe para baixo
A escuridão é um círculo sem fundo a baixo de seus pés
Tente caminhar ou fugir
A escuridão irá perseguir você a cada passo
Olhe para cima
Deveria haver um céu azul repleto de estrelas
Antigamente, agora seus olhos só vêem o vazio
O que houve com o céu, o que houve com meu céu
Olhe para frente
Olhe, é doloroso caminhar para essa direção
Sinta o frio abrindo caminho dentro de você
O coração parece pesado. Uma pedra de gelo
Olhe. Olhe para trás
Como são doces as marcas de pegadas ali
E quão cruel é a tortura de ser obrigado
Olhe. No seu caminho não tem bifurcação
Olhe para dentro
É doloroso, não é ?
É solitário, não é ?
É terrivelmente assustador, não é ?
Você tem medo do escuro e o escuro tem medo de você.
A escuridão é um círculo sem fundo a baixo de seus pés
Tente caminhar ou fugir
A escuridão irá perseguir você a cada passo
Olhe para cima
Deveria haver um céu azul repleto de estrelas
Antigamente, agora seus olhos só vêem o vazio
O que houve com o céu, o que houve com meu céu
Olhe para frente
Olhe, é doloroso caminhar para essa direção
Sinta o frio abrindo caminho dentro de você
O coração parece pesado. Uma pedra de gelo
Olhe. Olhe para trás
Como são doces as marcas de pegadas ali
E quão cruel é a tortura de ser obrigado
Olhe. No seu caminho não tem bifurcação
Olhe para dentro
É doloroso, não é ?
É solitário, não é ?
É terrivelmente assustador, não é ?
Você tem medo do escuro e o escuro tem medo de você.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Where My Spirit Forever Shall Be
Jesus estava no deserto a procura de seu pai...então encontrou um senhor dizendo qeu era marceneiro...jesus pensando que o senhor era o tão procurado pai grita de felicidade:
-PAPAI...
E o senhor responde
-PINOQUIO MEU FILHO!!!
Três mulheres foram na igreja, afim de se desfazer de suas profanações. O padre recomendou o uso de água benta nas partes manchadas...
Uma delas diz: eu vou lavar as mãos pois soh dei uma pegadenha
A outra: eu preciso lavar os peitos
A terceira: deixa um pokim aew preu fazer um gargarejo
O cara chegou no médico porque ele tava sentindo umas dores de cabeça muito forte, depois de tirar chapa e analisar tudo direitinho o médico vira pro coitado e diz:
-É, a situação não tá boa pra você não, você só tem 5 minutos de vida.
O cara desesperado pergunta:
-Mas doutor, o que você pode fazer por mim?
-Ah, no máximo um miojo.
AIUHAUIOHEUIOHAOEAEOAIUEHAUEHAOUIEHUIOAEHIOUAHEUIOAE
-PAPAI...
E o senhor responde
-PINOQUIO MEU FILHO!!!
Três mulheres foram na igreja, afim de se desfazer de suas profanações. O padre recomendou o uso de água benta nas partes manchadas...
Uma delas diz: eu vou lavar as mãos pois soh dei uma pegadenha
A outra: eu preciso lavar os peitos
A terceira: deixa um pokim aew preu fazer um gargarejo
O cara chegou no médico porque ele tava sentindo umas dores de cabeça muito forte, depois de tirar chapa e analisar tudo direitinho o médico vira pro coitado e diz:
-É, a situação não tá boa pra você não, você só tem 5 minutos de vida.
O cara desesperado pergunta:
-Mas doutor, o que você pode fazer por mim?
-Ah, no máximo um miojo.
AIUHAUIOHEUIOHAOEAEOAIUEHAUEHAOUIEHUIOAEHIOUAHEUIOAE
Time
Dor. Uma palavra ou um sentimento, em ambos casos pode ser algo insuportável. Todos sentimos dor, alguns mais do que outros, porém mesmo que por fraca, pode fazer com que uma pessoa mude totalmente para tentar livra-se dela. Você não pode controlar seu sentimentos, sente que há algo errado mas não sabe o que é. Confusão, medo. Tenta desesperadamente esquecer ou amenizar, cedo ou tarde descobre que por conta própria isso é impossível. Desistir de seus bons sentimentos, desistir de sua personalidade apenas para destruir com a dor. Algo assim seria mesmo a solução ? Aceitar e deixar tudo como está, se acostumar com o sofrimento ao invés de lutar para acabar com ele. Bom, você tenta, tenta... chega uma hora que já não mais há forças de vontade para tentar... Desistir é normal para os fracos, porém incompreensivo aos fortes, para os fortes a dor não é nada. O sofrimento faz parte de sua rotina. Sendo frio com tudo e todos é fácil não sofrer, também, você não terá laços, não terá como sofrer. Sua vida será um ‘nada’, vivendo apenas por viver, esperando pelo dia de sua morte. Isso é ser frio. Não ter sentimentos. Você não iria sofrer... porém não iria ser feliz. Felicidade supera o sofrimento. Ser sempre feliz não é possível... ou é ? Não.. não é. Por menor que seja, sempre há alguma coisa que lhe atrapalha, seu pensamento não deixa você ser feliz para sempre. Não há motivos para ficar triste, para sofrer, mas você cria um motivo. É a vida, não há como escapar disso... somente a morte pode te tirar o sofrimento... ou não ? Não há garantias que morrendo sua dor acabe. Além do mais... De que adianta continuar sem sofrimento... se a felicidade irá morrer junto a ele ? Vale a pena viver sem ser feliz ? Não. Obvio que não. Você se lamenta de mais. É apenas um sentimento passageiro de ódio. Aquilo que você tem medo não irá acontecer, disso você tem certeza, este é o único sentimento qual você pode mudar, porque não depende de você e da pessoa que depende... você sabe que está errado sentir isso. São detalhes, coisas tolas, não dê atenção. Frio é o que você quer ser, mas só irá perder com isso, seja como é, como sempre foi. Não se perca dentro de seus pensamentos e maus sentimentos. O que você tem e sempre terá supera qualquer sentimento negativo, garoto. Acorda pra vida. O que é isso que você está fazendo ? Mais uma vez você está acabando com o que tem, menosprezando aquilo que mais lhe importa. Como é capaz ? Eu teria vergonha se fosse você. Seu ser não é assim. Esse não é você... Aonde está seu você verdadeiro ? Sinto pena de você por não entender.
Down Where I Am
Achei coisas velhas. =)
Quinta-feira. Um comum dia, excerto para três famílias e em especial uma meiga menina, em uma pequena cidade denominada ‘Bom Jardim’. A chegada de um estranho que vinha de longe era aguardada naquele frio dia.
Com um andar curioso e modos mais ainda, o estranho rapaz vestido de preto chega até aquela pacata cidadezinha. Lá, dois amigos o aguardam, para levar-lo até suas casas. Após conhecer a família dos seus amigos, o rapaz vai a rua, ansiando por encontrar alguém, qual pela tamanha vontade, demonstrava ser de extrema importância àquele pobre menino. Sentado na praça frente a uma igreja, através de um olhar esperançoso busca ele por todos os cantos, firmemente, pela tão esperada pessoa. Tomado pela ansiedade, o rapaz escuta uma pura e doce voz, como o cantar de anjos ecoando pelos seus ouvidos, a perguntar: ‘Ricardo... ?’; O menino maravilhado vira-se e lá a vê... Sua amada, por quem tanto esperava ver, impecavelmente linda, a visão mais bela que ele haveria de ter por toda sua vida. Estupefato pela beleza de sua amada, o rapaz sem palavras sem ao menos uma idéia do que dizer diante de tal única situação faz uma pergunta fútil, com o desejo de apenas escutar novamente aquela esplendida voz. A meiga menina o responde de uma forma um tanto ‘contente’, que deixa o rapaz com uma certa segurança. Após uma troca de olhares, os dois finalmente se abraçam, um curto, porém extremamente apaixonado e confortante abraço. Uma rápida troca de palavras acontece, logo seguida de um beijo. Durante aqueles poucos segundos, o rapaz se sente no céu, a provar do mais puro ‘néctar’ do amor, sensação qual nunca havia sentido igual, tão intensa, forte, era como se estivesse no paraíso. Novamente são trocadas algumas palavras entre os dois apaixonados; movem-se para outro lugar e logo começam a olhar fixamente nos olhos um do outro. O rapaz pudera ver nos olhos de sua amada, tão verdes e suaves como os lindos mares de sua cidade natal, todo e qualquer sentimento que a menina estivesse a sentir, ele soube que a podia entender mais do nunca.
As horas passam como segundos. A cada abraço trocado, cada beijo dado, o menino se sentia em um lugar onde somente os dois existissem, provando das mais doces e calorosas nuvens, voando pelo infinito claro céu azul, prazer indescritível. Às vezes ficavam parados com os rostos colados, o rapaz apenas observava o perfeito e meigo rosto de sua amada, enquanto ela caminhava com seus macios dedos levemente pelo seu rosto, em certas horas, a doce menina dava um sorriso gentil como se estivesse a dizer algo, o rapaz a responde da mesma forma; com um simples sorriso, porém de extrema felicidade. Sem dizer qualquer palavra, mesmo quietos, os dois estariam trocando provas de amor através das frases não ditas. O silêncio entre os dois confortava o menino. Ele sabia que não precisava expressar com palavras como se sentia, seus olhos já o diziam.
Quinta-feira. Um comum dia, excerto para três famílias e em especial uma meiga menina, em uma pequena cidade denominada ‘Bom Jardim’. A chegada de um estranho que vinha de longe era aguardada naquele frio dia.
Com um andar curioso e modos mais ainda, o estranho rapaz vestido de preto chega até aquela pacata cidadezinha. Lá, dois amigos o aguardam, para levar-lo até suas casas. Após conhecer a família dos seus amigos, o rapaz vai a rua, ansiando por encontrar alguém, qual pela tamanha vontade, demonstrava ser de extrema importância àquele pobre menino. Sentado na praça frente a uma igreja, através de um olhar esperançoso busca ele por todos os cantos, firmemente, pela tão esperada pessoa. Tomado pela ansiedade, o rapaz escuta uma pura e doce voz, como o cantar de anjos ecoando pelos seus ouvidos, a perguntar: ‘Ricardo... ?’; O menino maravilhado vira-se e lá a vê... Sua amada, por quem tanto esperava ver, impecavelmente linda, a visão mais bela que ele haveria de ter por toda sua vida. Estupefato pela beleza de sua amada, o rapaz sem palavras sem ao menos uma idéia do que dizer diante de tal única situação faz uma pergunta fútil, com o desejo de apenas escutar novamente aquela esplendida voz. A meiga menina o responde de uma forma um tanto ‘contente’, que deixa o rapaz com uma certa segurança. Após uma troca de olhares, os dois finalmente se abraçam, um curto, porém extremamente apaixonado e confortante abraço. Uma rápida troca de palavras acontece, logo seguida de um beijo. Durante aqueles poucos segundos, o rapaz se sente no céu, a provar do mais puro ‘néctar’ do amor, sensação qual nunca havia sentido igual, tão intensa, forte, era como se estivesse no paraíso. Novamente são trocadas algumas palavras entre os dois apaixonados; movem-se para outro lugar e logo começam a olhar fixamente nos olhos um do outro. O rapaz pudera ver nos olhos de sua amada, tão verdes e suaves como os lindos mares de sua cidade natal, todo e qualquer sentimento que a menina estivesse a sentir, ele soube que a podia entender mais do nunca.
As horas passam como segundos. A cada abraço trocado, cada beijo dado, o menino se sentia em um lugar onde somente os dois existissem, provando das mais doces e calorosas nuvens, voando pelo infinito claro céu azul, prazer indescritível. Às vezes ficavam parados com os rostos colados, o rapaz apenas observava o perfeito e meigo rosto de sua amada, enquanto ela caminhava com seus macios dedos levemente pelo seu rosto, em certas horas, a doce menina dava um sorriso gentil como se estivesse a dizer algo, o rapaz a responde da mesma forma; com um simples sorriso, porém de extrema felicidade. Sem dizer qualquer palavra, mesmo quietos, os dois estariam trocando provas de amor através das frases não ditas. O silêncio entre os dois confortava o menino. Ele sabia que não precisava expressar com palavras como se sentia, seus olhos já o diziam.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Fog of perception
Longos dias e belas noites.
Ou terríveis longos dias e temorosas belas noites.
Só pra fechar a seqüência da história do mágico Deanborne ( Dearborn no original ).
E...
"Save me,
The final chord
Don't let it end like this
No, not like this
Tell me
When things were finally getting out of hand
It's out of hand"
Ou terríveis longos dias e temorosas belas noites.
Só pra fechar a seqüência da história do mágico Deanborne ( Dearborn no original ).
E...
"Save me,
The final chord
Don't let it end like this
No, not like this
Tell me
When things were finally getting out of hand
It's out of hand"
Howling
- Parece que estamos chegando ao final. É uma pena, mas toda jornada chega a seu término.
A décima primeira vela acendeu.
Os convidados estavam tremendo mais do que poderiam. Seus corpos começaram a inchar, mas não como balões de ar, e sim como se estivessem injetando massas dentro de suas peles. As veias iam ficando cada vez mais visíveis. Cresceram como um bolo, até se tornarem apenas uma montanha de massa cor de pele suprindo todo o espaço, excerto onde a chama da vela balançava solitária e indiferente.
Onze das doze.
- Pois bem ! Vamos ao último.
A última vela acendeu.
Diferente de todas as outras mesas, nessa apenas tinha uma mulher solitária. Seus cabelos eram curtos, com um corte um tanto masculino. Seus lábios azuis assim como o contorno de seus olhos.
- Ora ! – Se espantou Deanborne. – Alguém fugiu da minha regra ?
Em um piscar de olhos, a mulher se encontrava de frente a Deanborne, encarado-o levantando pouco o queixo.
- O que te... – Sua fala foi interrompida por um beijo. Carinhoso e selvagem, molhado e seco, amoroso e odioso. A mulher com movimentos rápidos despiu-se e o despiu. O jogou no chão frio e logo montou em cima dele. Seu movimento era constante, subia e descia. Nada de mais ali, para Deanborne, tinha sido estranho aquele ato, mas ele só poderia aproveitar uma vez que já estava acontecendo. Trocaram de lugar, as mãos dela, frias como aço, se enrolaram nas costas de Deanborne. E de suas unhas, lâmina foram brotando. Rasgando a pele de Deanborne deixando sua espinha a mostra. O sangue escorria, mas ele não parecia sentir a menor dor. Estava muito ocupado sentindo outra coisa. A mulher continuou a rasgá-lo impiedosamente. “Parece até um sonho” pensou Deanborne pouco antes de seu orgasmo. Pouco antes de sua morte.
TEH ENDI.
A décima primeira vela acendeu.
Os convidados estavam tremendo mais do que poderiam. Seus corpos começaram a inchar, mas não como balões de ar, e sim como se estivessem injetando massas dentro de suas peles. As veias iam ficando cada vez mais visíveis. Cresceram como um bolo, até se tornarem apenas uma montanha de massa cor de pele suprindo todo o espaço, excerto onde a chama da vela balançava solitária e indiferente.
Onze das doze.
- Pois bem ! Vamos ao último.
A última vela acendeu.
Diferente de todas as outras mesas, nessa apenas tinha uma mulher solitária. Seus cabelos eram curtos, com um corte um tanto masculino. Seus lábios azuis assim como o contorno de seus olhos.
- Ora ! – Se espantou Deanborne. – Alguém fugiu da minha regra ?
Em um piscar de olhos, a mulher se encontrava de frente a Deanborne, encarado-o levantando pouco o queixo.
- O que te... – Sua fala foi interrompida por um beijo. Carinhoso e selvagem, molhado e seco, amoroso e odioso. A mulher com movimentos rápidos despiu-se e o despiu. O jogou no chão frio e logo montou em cima dele. Seu movimento era constante, subia e descia. Nada de mais ali, para Deanborne, tinha sido estranho aquele ato, mas ele só poderia aproveitar uma vez que já estava acontecendo. Trocaram de lugar, as mãos dela, frias como aço, se enrolaram nas costas de Deanborne. E de suas unhas, lâmina foram brotando. Rasgando a pele de Deanborne deixando sua espinha a mostra. O sangue escorria, mas ele não parecia sentir a menor dor. Estava muito ocupado sentindo outra coisa. A mulher continuou a rasgá-lo impiedosamente. “Parece até um sonho” pensou Deanborne pouco antes de seu orgasmo. Pouco antes de sua morte.
TEH ENDI.
Gatsu
- Senhoras, para isso eu precisarei da ajuda de vocês. – As luzes ao redor de Deanborne se apagaram.
Por um longo minuto só as sete velas iluminavam os restos dos convidados já mortos ( E os morrendo ).
Click ! E as luzes geométricas se acenderam junto com a oitava vela. O sorriso agora era largo enquanto Deanborne enfiava com a ajuda de um funil pequenas sementes goela abaixo de suas convidadas. Elas não faziam a menor oposição ao gesto e nem sentiram-se incomodadas no momento. As luzes voltaram a se apagar e acender no palco, onde Deanborne se encontrava na mesma posição inicial: Curvado de forma que somente a circunferência vermelha de sua cartola fosse visível no meio das sombras.
Um a um, os olhos das mulheres começaram a virar até entrar em seus crânios. E um barulho fraco começava a implodir de suas cabeças. Era como rachar um ovo em uma frigideira. Só que na situação, o ovo eram crânios, e a força que os estavam quebrando eram flores brotando direto de seus cérebros, arrebentando a caixa craniana para encontrar seu caminho até a luz. Germinaram rosas muito vermelhas dos cérebros e ficaram ali. Ligeiramente caídas e repletas de espinhos.
Oito das doze.
Em algum lugar, finalmente, um grito de horror se expandiu no salão e em resposta aquele grito horrendo, a nona vela se acendeu. O homem que havia começado a gritar agora não conseguia parar. E para se juntar ao coro, os outros três ao redor da mesa também arreganharam suas bocas em gritos desesperados. Suas mãos estavam loucas tentando fechar seus maxilares, tremendo e descontroladas. Mas o grito só ia crescendo e a boca abrindo cada vez mais. Primeiro as ligações dos maxilares se partiram com um sonoro ‘treck’ Depois a pele foi se esticando até o extremo de sua elasticidade, logo estava rasgando como tecido baratos. Os gritos ainda ecoavam pelo escuro quando o rio de sangue desceu por suas bocas até o chão. Logo, quatro maxilares banhados em sangue se encontravam jogados no chão e nas cadeiras apenas cadáveres branquelos.
- E assim, nove se vão – Disse Deanborne. – Agora, para os que gostam de comer !
Outra vela se acendeu. Os dois homens e duas mulheres estavam rindo quando seus rostos feiosos foram iluminados, mas logo o riso se transformou em uma tosse pesada. A mulher, mais feiosas com cabelos crespos, depois de uma série longa de tosses, finalmente colocou para fora o que a tanto ‘entupia’.
Tripas caíram de sua boca aberta, seguida de seus órgãos. Tudo caia como uma cachoeira bizarra. Os pulmões, o coração, o estômago, o fígado, o baço, os rins e por fim os intestinos. Acontecera o mesmo com os demais. Logo, estavam todos secos por dentro com seus órgãos aos seus pés.
Dez.
Dez de doze, estava chegando ao final do ritual.
Por um longo minuto só as sete velas iluminavam os restos dos convidados já mortos ( E os morrendo ).
Click ! E as luzes geométricas se acenderam junto com a oitava vela. O sorriso agora era largo enquanto Deanborne enfiava com a ajuda de um funil pequenas sementes goela abaixo de suas convidadas. Elas não faziam a menor oposição ao gesto e nem sentiram-se incomodadas no momento. As luzes voltaram a se apagar e acender no palco, onde Deanborne se encontrava na mesma posição inicial: Curvado de forma que somente a circunferência vermelha de sua cartola fosse visível no meio das sombras.
Um a um, os olhos das mulheres começaram a virar até entrar em seus crânios. E um barulho fraco começava a implodir de suas cabeças. Era como rachar um ovo em uma frigideira. Só que na situação, o ovo eram crânios, e a força que os estavam quebrando eram flores brotando direto de seus cérebros, arrebentando a caixa craniana para encontrar seu caminho até a luz. Germinaram rosas muito vermelhas dos cérebros e ficaram ali. Ligeiramente caídas e repletas de espinhos.
Oito das doze.
Em algum lugar, finalmente, um grito de horror se expandiu no salão e em resposta aquele grito horrendo, a nona vela se acendeu. O homem que havia começado a gritar agora não conseguia parar. E para se juntar ao coro, os outros três ao redor da mesa também arreganharam suas bocas em gritos desesperados. Suas mãos estavam loucas tentando fechar seus maxilares, tremendo e descontroladas. Mas o grito só ia crescendo e a boca abrindo cada vez mais. Primeiro as ligações dos maxilares se partiram com um sonoro ‘treck’ Depois a pele foi se esticando até o extremo de sua elasticidade, logo estava rasgando como tecido baratos. Os gritos ainda ecoavam pelo escuro quando o rio de sangue desceu por suas bocas até o chão. Logo, quatro maxilares banhados em sangue se encontravam jogados no chão e nas cadeiras apenas cadáveres branquelos.
- E assim, nove se vão – Disse Deanborne. – Agora, para os que gostam de comer !
Outra vela se acendeu. Os dois homens e duas mulheres estavam rindo quando seus rostos feiosos foram iluminados, mas logo o riso se transformou em uma tosse pesada. A mulher, mais feiosas com cabelos crespos, depois de uma série longa de tosses, finalmente colocou para fora o que a tanto ‘entupia’.
Tripas caíram de sua boca aberta, seguida de seus órgãos. Tudo caia como uma cachoeira bizarra. Os pulmões, o coração, o estômago, o fígado, o baço, os rins e por fim os intestinos. Acontecera o mesmo com os demais. Logo, estavam todos secos por dentro com seus órgãos aos seus pés.
Dez.
Dez de doze, estava chegando ao final do ritual.
Tea
- Está sendo mais rápido do que eu imaginava, e para ser sincero, mais tedioso do que prometido. – O riso que se seguiu era seco. Sem humor.
No fundo do salão, uma vela se acendeu.
- Vocês ! Deixem-me descontar minha frustração, ok ? Prometo que não irá doer... Muito. – Aquele sorriso frio, nasceu novamente de seus lábios.
Começou como uma leve picada de mosquito. Incômoda e persistente. Mas ao tudo se entendia que com uma coçadinha iria passar. Esse era o pensamento, pelo menos até perceberem que estavam coçando a carne de seus braços e não mais a pele; Pois a pele já tinha sido arrancada a muito. A coceira se espalhou por todo o corpo, e insanamente eles coçaram; coçaram até não restar mais o que coçar. Logo se cansaram e quando pararam para sentir perceberam que tinham esfolado todo o corpo e a dor era insuportável. O gritos seguiram logo depois com a percepção. A voz foi sumindo e a vala queimando.
- Seisinho – Cruzando os braços a frente do peito, finalmente abrindo os olhos. Deanborne agora dava um passo a frente – Estranho. Imaginei que a cada vela eu escutaria gritos de desesperos vindo de todos os lados. Decepcionante.
A sétima vela se acendeu. Ao seu redor todos estavam em cadeiras de rodas, com agulhas perfurando suas veias, levando até elas nada mais do que vinho. Eram velhos, com a pena grudada em ossos, quase não tinham mais músculos e os poucos que tinham estavam gastos com a idade. Dentes não tinham e os olhos estavam fundos em suas órbitas. Pareciam ter 120 anos de idade. Todos decadentes e moribundos. Uma toalha extremamente vermelha ficava colada a barriga de cada um. O vermelho era puro sangue e por não suportar mais conter, já estava pingando em pequenas gotas até o chão.
- Morrendo ! E tendo seu precioso sangue substituído por vinho da mais pura qualidade. Ah, sim, queridos. Tenho uma queda forte por vinhos.
Sete das doze.
No fundo do salão, uma vela se acendeu.
- Vocês ! Deixem-me descontar minha frustração, ok ? Prometo que não irá doer... Muito. – Aquele sorriso frio, nasceu novamente de seus lábios.
Começou como uma leve picada de mosquito. Incômoda e persistente. Mas ao tudo se entendia que com uma coçadinha iria passar. Esse era o pensamento, pelo menos até perceberem que estavam coçando a carne de seus braços e não mais a pele; Pois a pele já tinha sido arrancada a muito. A coceira se espalhou por todo o corpo, e insanamente eles coçaram; coçaram até não restar mais o que coçar. Logo se cansaram e quando pararam para sentir perceberam que tinham esfolado todo o corpo e a dor era insuportável. O gritos seguiram logo depois com a percepção. A voz foi sumindo e a vala queimando.
- Seisinho – Cruzando os braços a frente do peito, finalmente abrindo os olhos. Deanborne agora dava um passo a frente – Estranho. Imaginei que a cada vela eu escutaria gritos de desesperos vindo de todos os lados. Decepcionante.
A sétima vela se acendeu. Ao seu redor todos estavam em cadeiras de rodas, com agulhas perfurando suas veias, levando até elas nada mais do que vinho. Eram velhos, com a pena grudada em ossos, quase não tinham mais músculos e os poucos que tinham estavam gastos com a idade. Dentes não tinham e os olhos estavam fundos em suas órbitas. Pareciam ter 120 anos de idade. Todos decadentes e moribundos. Uma toalha extremamente vermelha ficava colada a barriga de cada um. O vermelho era puro sangue e por não suportar mais conter, já estava pingando em pequenas gotas até o chão.
- Morrendo ! E tendo seu precioso sangue substituído por vinho da mais pura qualidade. Ah, sim, queridos. Tenho uma queda forte por vinhos.
Sete das doze.
Hidden Horrors
E assim, três das doze velas foram acesas.
- Essa era minha favorita, pena que tive de usar logo de início – Disse Deanborne, claramente chateado – Mas tudo ok ! Ainda temos muito caminho pela frente ! Vamos ver, vamos ver... Que tal as senhoras ? Sim, sim ! Devo confessar, esse truque não foi de minha autoria. Mas eu o adoro mesmo assim !
A vela se acendeu e pareceu queimar rapidamente. Grande bolas de cera vermelhas foram descendo por seu contorno, ao ter encontro com a toalha branca da mesa, começou a tomar forma: Criando pequenas pernas ( ao total oito ) e crescendo grande presas. Não tinham olhos, boca, ou qualquer outra coisa; Apenas pernas e presas. Caminharam fazendo ‘tick, tick’ com suas patinhas deformadas a caminho de cada uma das quatro senhoras vistosas ao redor da mesa. Quanto mais a cera era derretida, mas insetos eram criados e com mais velocidade iam em direção as convidadas. Em poucos instantes não todas estavam cobertas com os insetos vermelhos e a massa ia diminuindo junto a vela até ficar em sua base, logo os insetos não estavam mais lá, nem as convidadas. Apenas uma poça grande de sangue e uma vela gasta até sua base, mas ainda com sua chama intacta.
- Próximo !
Duas velas acenderam. Os oito convidados paralisaram. Cortes surgiam em suas roupas, rasgos e protuberâncias brotavam de suas costelas. Pouco a pouco um casulo ósseo se formou a redor de todos, grande garras agora tomavam conta do lugar de suas mãos. Com gritos guturais, um grupo atacou ao outro. Não eram mais nada parecido com humanos; Eram apenas monstruosidades sem mente, movidas apenas pelo instinto de sobrevivência ( Do mais forte ), uma pequena guerra tomou lugar entre as duas mesas e no final, apenas uma pilha de ossos partidos e órgãos rompidos.
Agora cinco. Cinco das doze velas foram acesas.
- Essa era minha favorita, pena que tive de usar logo de início – Disse Deanborne, claramente chateado – Mas tudo ok ! Ainda temos muito caminho pela frente ! Vamos ver, vamos ver... Que tal as senhoras ? Sim, sim ! Devo confessar, esse truque não foi de minha autoria. Mas eu o adoro mesmo assim !
A vela se acendeu e pareceu queimar rapidamente. Grande bolas de cera vermelhas foram descendo por seu contorno, ao ter encontro com a toalha branca da mesa, começou a tomar forma: Criando pequenas pernas ( ao total oito ) e crescendo grande presas. Não tinham olhos, boca, ou qualquer outra coisa; Apenas pernas e presas. Caminharam fazendo ‘tick, tick’ com suas patinhas deformadas a caminho de cada uma das quatro senhoras vistosas ao redor da mesa. Quanto mais a cera era derretida, mas insetos eram criados e com mais velocidade iam em direção as convidadas. Em poucos instantes não todas estavam cobertas com os insetos vermelhos e a massa ia diminuindo junto a vela até ficar em sua base, logo os insetos não estavam mais lá, nem as convidadas. Apenas uma poça grande de sangue e uma vela gasta até sua base, mas ainda com sua chama intacta.
- Próximo !
Duas velas acenderam. Os oito convidados paralisaram. Cortes surgiam em suas roupas, rasgos e protuberâncias brotavam de suas costelas. Pouco a pouco um casulo ósseo se formou a redor de todos, grande garras agora tomavam conta do lugar de suas mãos. Com gritos guturais, um grupo atacou ao outro. Não eram mais nada parecido com humanos; Eram apenas monstruosidades sem mente, movidas apenas pelo instinto de sobrevivência ( Do mais forte ), uma pequena guerra tomou lugar entre as duas mesas e no final, apenas uma pilha de ossos partidos e órgãos rompidos.
Agora cinco. Cinco das doze velas foram acesas.
Ebonshire
Não deixa de ser interessante como o corpo humano é frágil e terrivelmente assustador quando virado do avesso. Deixa quase de ser humano e se transforma em uma massa monstruosa fixada por linhas musculares coladas com carne e alguns finos tubos coloridos. Seja como for, o sorriso continua estampado. E o grito de horror também. Os glóbulos oculares são grandes bolas de gude congeladas em um terror frio e a mandíbula aberta deixando amostra dentes calares.
- Oh, não não, meu caro. Avisei a todos. “Uma vez dentro, não há volta.”
Outra vela fora acesa, bem a tempo de ver largos pedaços de carne serem fatiados por linhas metálicas que pareciam quase não existir. Os quatro convidados desta mesa foram pegos em suas fugas desesperadas após a visão dos corpos ao avesso dos companheiros. Infelizmente para eles, Deanborne já havia previsto isso e marcado a forma de suas mortes. A baixo da luz forte da vela, só pedaços serrados geometricamente descansavam.
Deanborne agora se levantava e ficava ereto, seus olhos ainda fechados.
A escuridão do salão era cortada apenas por as luzes azuis e as chamas das duas velas.
- Pensei em uma pequena surpresa para vocês, mas é uma pena. Parece que nem todos estarão disposta a aceita-las.
Outra vela se acendeu. Os quatro gordos homens sentados na mesa apenas se entreolharam, o suor escorria por suas testas brancas e enrugada, mas nenhum esforço para secá-las parecia brotar deles.
- Gostam de vinho, não é ? Sei que gostam, sei que gostam.
Era de se esperar. O vinho nas quatro taças flutuou e com uma torrente impiedosa entraram em cada cavidade dos homens gordos. Os barulhos de afogamento e desespero eram sufocados pela cachoeira de vinho-tinto em suas gargantas. Tentavam debilmente retirar com suas mãos gordas do excesso de vinho da boca, mas era inútil. O vinho saído da taça parecia não ter fim. Demorou um tempo até suas cabeças explodirem fazendo voar uma massa pastosa tendo origem como mistura de sangue, vinho e pedaços de miolos ( Não muitos, Deanborne se perguntou por quê. )
- Oh, não não, meu caro. Avisei a todos. “Uma vez dentro, não há volta.”
Outra vela fora acesa, bem a tempo de ver largos pedaços de carne serem fatiados por linhas metálicas que pareciam quase não existir. Os quatro convidados desta mesa foram pegos em suas fugas desesperadas após a visão dos corpos ao avesso dos companheiros. Infelizmente para eles, Deanborne já havia previsto isso e marcado a forma de suas mortes. A baixo da luz forte da vela, só pedaços serrados geometricamente descansavam.
Deanborne agora se levantava e ficava ereto, seus olhos ainda fechados.
A escuridão do salão era cortada apenas por as luzes azuis e as chamas das duas velas.
- Pensei em uma pequena surpresa para vocês, mas é uma pena. Parece que nem todos estarão disposta a aceita-las.
Outra vela se acendeu. Os quatro gordos homens sentados na mesa apenas se entreolharam, o suor escorria por suas testas brancas e enrugada, mas nenhum esforço para secá-las parecia brotar deles.
- Gostam de vinho, não é ? Sei que gostam, sei que gostam.
Era de se esperar. O vinho nas quatro taças flutuou e com uma torrente impiedosa entraram em cada cavidade dos homens gordos. Os barulhos de afogamento e desespero eram sufocados pela cachoeira de vinho-tinto em suas gargantas. Tentavam debilmente retirar com suas mãos gordas do excesso de vinho da boca, mas era inútil. O vinho saído da taça parecia não ter fim. Demorou um tempo até suas cabeças explodirem fazendo voar uma massa pastosa tendo origem como mistura de sangue, vinho e pedaços de miolos ( Não muitos, Deanborne se perguntou por quê. )
Living Dolls
O cenário está preparado.
Os garçons caminham em silêncio para cada uma das doze mesas do grande salão. Realizam seu trabalho como fantasmas; retiram os pratos vazios e os substituem por uma grande vela vermelha. Vão e retornam com quatro taças para cada mesa, pois é o exato número de pessoas em cada. Após o término de seu trabalho, todos retornam para as sombras de onde vieram. As luzes do grande salão agora vão se apagando vagarosamente. Apenas as chamas bruxuleantes das velas iluminam o rosto dos convidados. Com um click e um grande palco é revelado a frente de todos por luzes cúbicas que vêem do teto.
- Boa noite, meus queridos convidados – Um homem com enorme sobretudo e uma longa cartola se encontrava exatamente no meio do palco – Fico honrado de tê-los aqui.
Todos no salão o fitaram por um momento até que ele continuou seu discurso:
- Me chamo Deanborne. E a troco da boa vontade de todos ao comparecerem aqui, irei demonstrar a vocês algo jamais visto. Um espetáculo imaculado proibido por muitas divinidade e suas respectivas crenças. É lastimável, devo dizer ! Pois embora o terror seja o principal tópico de tal privilégio o prazer e diversão é sua meta final ! O chamam de muitos; Circo do Bizarro, Palhaço Dos Deuses, Teatro dos Pesadelos, Mão Do Demônio. Mas o nome é o menor de seus atrativos. Preparem-se, queridos. Pois uma vez dentro, não há volta.
Deanborne abaixou sua cabeça e fechou seus olhos; para a selecionada platéia só era possível enxergar um fino aro vermelho vindo de sua cartola, o resto era apenas escuridão envolta por luzes azuis.
Uma a uma, as grandes velas vermelhas foram se apagando e alguns segundos depois, as trevas tomaram conta do salão. Silêncio, nada se mexia ou era ouvido, apenas o pesado silêncio dominava. Deanborne continuava em sua posição, estático como se estivesse vivido ali o tempo inteiro.
Como um trovão um grito estridente rompe o silêncio e segundos depois, quando o eco já não existia mais, uma das velas voltou a ecoar sua luminância.
- Ora, ora. – A voz grave de Deanborne se espalhou pelo salão enquanto ele erguia a cabeça com um sorriso quase inexistente.
“I'll take your secret to my grave, for evermore, I'll be your slave.
Because I'm spellbound”
Os garçons caminham em silêncio para cada uma das doze mesas do grande salão. Realizam seu trabalho como fantasmas; retiram os pratos vazios e os substituem por uma grande vela vermelha. Vão e retornam com quatro taças para cada mesa, pois é o exato número de pessoas em cada. Após o término de seu trabalho, todos retornam para as sombras de onde vieram. As luzes do grande salão agora vão se apagando vagarosamente. Apenas as chamas bruxuleantes das velas iluminam o rosto dos convidados. Com um click e um grande palco é revelado a frente de todos por luzes cúbicas que vêem do teto.
- Boa noite, meus queridos convidados – Um homem com enorme sobretudo e uma longa cartola se encontrava exatamente no meio do palco – Fico honrado de tê-los aqui.
Todos no salão o fitaram por um momento até que ele continuou seu discurso:
- Me chamo Deanborne. E a troco da boa vontade de todos ao comparecerem aqui, irei demonstrar a vocês algo jamais visto. Um espetáculo imaculado proibido por muitas divinidade e suas respectivas crenças. É lastimável, devo dizer ! Pois embora o terror seja o principal tópico de tal privilégio o prazer e diversão é sua meta final ! O chamam de muitos; Circo do Bizarro, Palhaço Dos Deuses, Teatro dos Pesadelos, Mão Do Demônio. Mas o nome é o menor de seus atrativos. Preparem-se, queridos. Pois uma vez dentro, não há volta.
Deanborne abaixou sua cabeça e fechou seus olhos; para a selecionada platéia só era possível enxergar um fino aro vermelho vindo de sua cartola, o resto era apenas escuridão envolta por luzes azuis.
Uma a uma, as grandes velas vermelhas foram se apagando e alguns segundos depois, as trevas tomaram conta do salão. Silêncio, nada se mexia ou era ouvido, apenas o pesado silêncio dominava. Deanborne continuava em sua posição, estático como se estivesse vivido ali o tempo inteiro.
Como um trovão um grito estridente rompe o silêncio e segundos depois, quando o eco já não existia mais, uma das velas voltou a ecoar sua luminância.
- Ora, ora. – A voz grave de Deanborne se espalhou pelo salão enquanto ele erguia a cabeça com um sorriso quase inexistente.
“I'll take your secret to my grave, for evermore, I'll be your slave.
Because I'm spellbound”
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Terror Train
"Done is done
Yes, there will be no taking back
(Every journey must come to an end)
All hail to the gunslinger
Praise to the Dinh and the King"
Existe um refrão melhor que esse ?
Bem, se existe ou não, hoje não é dia para textos reflexivos.
Apenas escute o riso de seu filho ( Se tiver um ) e veja que a porra da vida tem algum valor.
Yes, there will be no taking back
(Every journey must come to an end)
All hail to the gunslinger
Praise to the Dinh and the King"
Existe um refrão melhor que esse ?
Bem, se existe ou não, hoje não é dia para textos reflexivos.
Apenas escute o riso de seu filho ( Se tiver um ) e veja que a porra da vida tem algum valor.
domingo, 11 de outubro de 2009
Life Stream
Sentado em baixo deste céu estrelado, me encontro sozinho vagando em pensamentos inúteis. Ao meu redor, todo está em constante movimento e sempre seguindo um fluxo invisível que os prende a rotina. Deveria ser tudo tão sozinho e frio se não fosse pelas cores. Explosões de cores parecem me seguir. São harmoniosos como o fluir da galáxia. Se expandem em cataratas silenciosas soltando pequenos fios brilhantes por todos os lados. Eu vejo Azul-Celeste se dissipar em ondas ao tocar das cordas do Violino do homem. Eu vejo o Vermelho vagar pelo ar ao ronronar dos motores dos carros mais caros. Há também o Verde-Claro que flutua em partículas ao redor de todos os homens que passam, a para as mulheres, eu vejo o Rosa-Claro envolvendo-as como auras. Para os pássaros eu vejo as grandes rajadas de Roxo serem expelidas de suas asas concordando com suas batidas. O meu mundo é tão belo e distinto do que os outros estão acostumados a ver. Mas nesse mundo colorido eu ainda me encontro sozinho, pois sim, eu tenho ao meu redor espetáculos vivos a todos os momentos, mas em meu mundo não há som.
sábado, 10 de outubro de 2009
The Gunslinger
Agora que a Bruxa Má está morta, somos obrigados a dizer Adeus a estrada de ladrilhos amarelos, pois o Rei Rubro nos aguarda trancafiado em seu purgatório no Fim Dos Mundos, uma vez que as rosas são venenosas porém ainda continuam rosas, frágeis e impossibilitadas de deter o mau de tomar posse do Portal. O Gunslinger já passou em seu teste, então digam obrigado, pois estamos salvos.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Symphony No. 7 - 2nd Movement
Está bem, já chega. Eu desisto. Mas por favor, faça parar.
Até mesmo aqueles dois já não podem me salvar mais.
Já chega, por favor. Já chega.
Até mesmo aqueles dois já não podem me salvar mais.
Já chega, por favor. Já chega.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Silence Calls the Storm
Não está muito longe, não mais
Ele estende sua mão com carinho materno
E por trás de seus amores, é possível se ver
Pois não está muito longe.
“Venha e seja meu companheiro”, ele diz
“Venha e lhe mostrarei o caminho para a felicidade”, ele promete
“Venha. Venha e você será imortal na própria morte”, ele provoca
“Venha, já que não estarei para você sempre”, ele ameaça.
Mas sua beleza agora já fora embora
Seus toques não possuem mais a mesma melodia
Embora seus olhos ainda sejam provocantes como uma maçã
Tem algo que não permite ter resistência.
“Sua dor vai embora”, ele diz
“Seu sofrimento ficará para trás”, ele promete
“Sua tristeza será enterrada em seu passado,” ele provoca
“Seu tempo está quase acabando”, ele ameaça.
Suas mãos são tão frias quanto a morte
Seu sorriso tão sedutor quanto uma mulher
Mas ele é o demônio escondido atrás da sinfonia
E mesmo sabendo do perigo, eu aceito adentrar em sua capa avermelhada.
Ele estende sua mão com carinho materno
E por trás de seus amores, é possível se ver
Pois não está muito longe.
“Venha e seja meu companheiro”, ele diz
“Venha e lhe mostrarei o caminho para a felicidade”, ele promete
“Venha. Venha e você será imortal na própria morte”, ele provoca
“Venha, já que não estarei para você sempre”, ele ameaça.
Mas sua beleza agora já fora embora
Seus toques não possuem mais a mesma melodia
Embora seus olhos ainda sejam provocantes como uma maçã
Tem algo que não permite ter resistência.
“Sua dor vai embora”, ele diz
“Seu sofrimento ficará para trás”, ele promete
“Sua tristeza será enterrada em seu passado,” ele provoca
“Seu tempo está quase acabando”, ele ameaça.
Suas mãos são tão frias quanto a morte
Seu sorriso tão sedutor quanto uma mulher
Mas ele é o demônio escondido atrás da sinfonia
E mesmo sabendo do perigo, eu aceito adentrar em sua capa avermelhada.
sábado, 3 de outubro de 2009
Redemption
Olhe para tudo isso. O mundo está em ruínas. Ninguém sabe quando ou por que isso começou, só sabem que está acontecendo e todos são obrigados a conviver (morrer) com isso. Os grandes prédios já desabaram sob suas fraquezas e os que ainda restam, estão perdendo para a corrosão em seu coração. Os pequenos casebres já viraram poeira e os que ainda resistem, não passam de restos apodrecidos do que já foram lares. O céu sempre está negro, é noite até mesmo em pleno dia. E o ar é pesado como os antigos caminhões, aqueles que o conseguem inalar são raros e os que não conseguem, já não passam de pó sob o vento que constantemente castiga esse mundo arruinado. Os humanos, aqueles que ainda conseguem sobreviver, não possuem mais nada no coração a não ser o desespero e em seus cérebros, a fome domina como um cão sarnento diante de um prato de comida. Mas não há comida nesse mundo. Nem sequer sobras. A única comida são os próprios. Como os tolos de natureza que são, no momento do terror ao invés de resistirem em união, os humanos criam guerra. E os mortos são servidos como jantar para os vencedores.
O mundo está em ruínas. A vida já não possui mais vida.
Mas olhe; Existem roedores. Brancos. Com os olhos vermelhos como as chamas do inferno. São os únicos saudáveis, os únicos fortes o bastante para sobreviver a ruína. São tão surreais, possuindo tanta vida no meio de tanta morte.
Mas são apenas três.
Pois o mundo está em ruínas.
O mundo está em ruínas. A vida já não possui mais vida.
Mas olhe; Existem roedores. Brancos. Com os olhos vermelhos como as chamas do inferno. São os únicos saudáveis, os únicos fortes o bastante para sobreviver a ruína. São tão surreais, possuindo tanta vida no meio de tanta morte.
Mas são apenas três.
Pois o mundo está em ruínas.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
With You
I'm feeling alone those days...
Like nobody care.
But, well... When you live like that, you pretty much have no choice besides feel alone.
Move... Well. I'd like that.
Like nobody care.
But, well... When you live like that, you pretty much have no choice besides feel alone.
Move... Well. I'd like that.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Glory To The Brave
Hey, herói pequenino;
Não passou nem tanto tempo assim, não vê ?
Ainda estamos no mesmo sítio
E lutamos por causas que já foram perdidas há séculos
Não tema, herói pequenino;
Pois onde há luz, sempre há escuridão
E nem sempre a escuridão domina aqueles de corações iluminados
A batalha segue cada dia mais tortuosa e os gritos se unem:
“Um dia o Sonho irá retornar”
Mas, hey, herói pequenino;
Não sempre valerá a pena batalhar por ilusões
Se tais o fizer levantar seus pés e braços para o Sol ?
Se existem aqueles que sempre acreditarão em mundo
Rodeado por fogos de artifício ?
Meu herói pequenino;
Para você que carrega em seu interior e
Exterior um riso tão verdadeiro
Para você que já possui o dom mais precioso
Em sua alma e em sua vida
Grandioso herói pequenino;
Carregue com ti o orgulho de seus pais
Carregue com ti a esperança dos que o amam
Herói, com um beijo em sua testa
Eu lhe deixo um peso em suas costas
Mas com o mesmo beijo em sua testa
Eu lhe deixo o calor do amor
A lição mais importante na vida eu lhe deixo aqui
Herói.
Ode to my Son.²
Não passou nem tanto tempo assim, não vê ?
Ainda estamos no mesmo sítio
E lutamos por causas que já foram perdidas há séculos
Não tema, herói pequenino;
Pois onde há luz, sempre há escuridão
E nem sempre a escuridão domina aqueles de corações iluminados
A batalha segue cada dia mais tortuosa e os gritos se unem:
“Um dia o Sonho irá retornar”
Mas, hey, herói pequenino;
Não sempre valerá a pena batalhar por ilusões
Se tais o fizer levantar seus pés e braços para o Sol ?
Se existem aqueles que sempre acreditarão em mundo
Rodeado por fogos de artifício ?
Meu herói pequenino;
Para você que carrega em seu interior e
Exterior um riso tão verdadeiro
Para você que já possui o dom mais precioso
Em sua alma e em sua vida
Grandioso herói pequenino;
Carregue com ti o orgulho de seus pais
Carregue com ti a esperança dos que o amam
Herói, com um beijo em sua testa
Eu lhe deixo um peso em suas costas
Mas com o mesmo beijo em sua testa
Eu lhe deixo o calor do amor
A lição mais importante na vida eu lhe deixo aqui
Herói.
Ode to my Son.²
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