"Você prefere ter paz ou liberdade ?"
wat
.... Cheguei a conclusão que preciso escrever algo que renda mais do que um paragrafo ou uma frase.
Damn, alguma ajuda ?
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Hallelujah
Sua fé era forte, mas você precisava de provas
Você a viu tomando banho do telhado
A beleza dela e o luar arruinaram você
Ela amarrou você à sua cadeira da cozinha
Ela destruiu seu trono, e cortou seu cabelo
E dos seus lábios ela tirou um Aleluia
Você a viu tomando banho do telhado
A beleza dela e o luar arruinaram você
Ela amarrou você à sua cadeira da cozinha
Ela destruiu seu trono, e cortou seu cabelo
E dos seus lábios ela tirou um Aleluia
Bloom Nobly, Cherry Blossoms of Sumizome ~ Border of Life~
Pergunto-me se no final do dia, quando o sol estiver se escondendo e os céus estiverem avermelhados e a única estrela brilhar lá em cima, timidamente, você vai estar lá.
domingo, 29 de agosto de 2010
Fear
Através da clareza implantada na imaginação de uma mente sem portas ou janelas, sem nem mesmo vontade de progredir ou escapar da prisão de quatro paredes, através do abismo que se forma pela falta de sanidade de uma cabeça repleta de vermes, o alimento é abundante e a criatura o consome insaciavelmente. Parece não ter data para sua morte, parece não conhecer tal coisa. Parece que vive na tormenta e a cria como seu animal de estimação.
sábado, 28 de agosto de 2010
Promises
Havia certas canções que eram tocadas especialmente para aquele jovem casal. Suas letras não demonstravam exatamente a situação ou paixão do casal, em fato não chegava nem próximo de se comparar a alguma experiência. Mas havia a melodia e a simpática voz inconfundível da mulher de cabelos masculinos. Eram músicas comuns, talvez na época de seu lançamento poderia ter atingido o topo, mas hoje em dia é provável que fora esquecidas por muitos. De algum lugar, o casal desenterrou aquela banda pouco antiga e graças a uma noite especial em que resolveram colocar suas músicas para servir de fundo em um momento aconchegante, aquela mulher e sua banda pareceu criar um espaço significativo no amor daquele casal.
RAMsterdam
"Da pra ver sua casa daqui."
"Da nada, tem montanhas na frente."
"E ? Ainda assim consigo ver. Você não vê minha casa ?"
"Não."
"Feche os olhos, cega."
"... AH !"
"É."
"Da nada, tem montanhas na frente."
"E ? Ainda assim consigo ver. Você não vê minha casa ?"
"Não."
"Feche os olhos, cega."
"... AH !"
"É."
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Complication
Wait. Tem coisa pra postar hoje, nada sobre os 12, anyway.
"Não. Claro que não. Ela com os longos cabelos negros caindo por trás dos ombros. A atitude tão descontraída por cima da máscara de alegria. Ele imaginava, ele sabia como ela era. Triste por trás da máscara de madeira. Se escondendo para não ter que mostrar a verdadeira tristeza na frente de todos. Ela era estranha a si mesma, era diferente da maioria. E ele, bem, ele tinha coisas em comum com ela. 3. 3 era o principal número em comum. Mas, infelizmente, ele sabia que não iria para frente. Não por ele. Ele tinha todos os motivos fantasioso para acreditar que ela seria o par ideal. Pensava ele: "O físico é tudo aquilo que desejo. E o espiritual, Deus, ninguém poderia ser mais teoricamente compatível.", mas era só pensamento. Ela, ela tinha outros pensamentos que ele não ousava imaginar ou penetrar. Ele sabia, estava longe de ser o objeto de desejo dela. Mas ainda assim pensava com carinho nela todos os dias e talvez, apenas talvez, gostaria de saber como seria o gosto dos lábios dela."
"Não. Claro que não. Ela com os longos cabelos negros caindo por trás dos ombros. A atitude tão descontraída por cima da máscara de alegria. Ele imaginava, ele sabia como ela era. Triste por trás da máscara de madeira. Se escondendo para não ter que mostrar a verdadeira tristeza na frente de todos. Ela era estranha a si mesma, era diferente da maioria. E ele, bem, ele tinha coisas em comum com ela. 3. 3 era o principal número em comum. Mas, infelizmente, ele sabia que não iria para frente. Não por ele. Ele tinha todos os motivos fantasioso para acreditar que ela seria o par ideal. Pensava ele: "O físico é tudo aquilo que desejo. E o espiritual, Deus, ninguém poderia ser mais teoricamente compatível.", mas era só pensamento. Ela, ela tinha outros pensamentos que ele não ousava imaginar ou penetrar. Ele sabia, estava longe de ser o objeto de desejo dela. Mas ainda assim pensava com carinho nela todos os dias e talvez, apenas talvez, gostaria de saber como seria o gosto dos lábios dela."
On a Good Day
Pois é.
Chegar em casa depois de cortar o cabelo, ir a o primeiro dia de curso, ficar com a garotinha do curso que mal conheci. Beber uma Heineken 0º e comer churrasco.
Precisa de uma sexta-feira melhor ? o.o
Só se meu filho estivesse dormindo aqui na cama, mesmo.
( BTW, me senti um Dean fazendo isso. // Ver Supernatural. )
Chegar em casa depois de cortar o cabelo, ir a o primeiro dia de curso, ficar com a garotinha do curso que mal conheci. Beber uma Heineken 0º e comer churrasco.
Precisa de uma sexta-feira melhor ? o.o
Só se meu filho estivesse dormindo aqui na cama, mesmo.
( BTW, me senti um Dean fazendo isso. // Ver Supernatural. )
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
L'Agresseur
Hoje ( E ontem ) deveria ter a continuação da história dos 12.
Mas minha mente anda tão... morgada em questão de criatividade e só tem conseguido maquinar as NR's e os episódios de Supernatural e os livros incomuns que tá complicado de continuar o arco.
Enfim, um recado:
Tudo que eu tenho hoje, será seu. Gostando ou não será seu. Cuide bem, pois eu cuido bem agora para que você possa desfrutar dos mesmos quando passar adiante.
Waaat.
Mas minha mente anda tão... morgada em questão de criatividade e só tem conseguido maquinar as NR's e os episódios de Supernatural e os livros incomuns que tá complicado de continuar o arco.
Enfim, um recado:
Tudo que eu tenho hoje, será seu. Gostando ou não será seu. Cuide bem, pois eu cuido bem agora para que você possa desfrutar dos mesmos quando passar adiante.
Waaat.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Lovefool
Hoje estou um passo mais próximo do meu maior objetivo capitalista. Dia feliz :D
Aí vem a dúvida cruel. Vermelha ou preta ?
Aí vem a dúvida cruel. Vermelha ou preta ?
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Primeiros Erros
O primeiro foi incrivelmente fácil de ser encontrado. Tudo que eu precisei fazer foi seguir a estrada com minha moto até dar de cara com uma cidade abandonada onde o vento a soterrava de areia. O ambiente na mesma hora me lembrou do Inferno em Constantine. Carros abandonados destruídos pelo tempo, casas aos pedaços, morrendo por uma reforma que nunca receberiam e sinal de pessoas ? Nha. Se não fosse pelas construções e carros, diria que nunca existiram pessoas ali.
Cara, vou te contar. Foi uma tremenda viagem cinematográfica por algum estúdio de uma superprodução pós-apocalíptica, me senti um astro passeando de moto por becos amarelados segurando minha pequeninha Winchester .45. Uma antiga, um revolver de verdade. Não essas porcarias de pistolas automáticas de hoje em dia. Mas vocês sabem bem como é, alegria nunca dura muito. Foi quando eu estava dobrando uma esquina e me deparando com o que deveria ter sido uma praça um dia que encontrei o Número Uno. O Primeiro dos Macacos, ou como eu gostei de chamar: A Grande Decepção.
Me assustei de início com a aparência da criatura. Era uma espécie de árvore humanóide. Galhos saiam de seus membros e sua cor era completamente marrom. Tinha três cabeças, isso é, se posso chamar aquilo de cabeças. Bolotas como semente com bocas e olhos me fitavam em um grito congelado. Sem pensar, virei minha moto e fui em direção a criatura. Puxei minha .45 e arrebentei a cara do sujeito ( As três caras, pra dizer a verdade ), para ver o corpo mutante tombando para trás debilmente.
Me aproximei para confirmar e foi exatamente isso. Três tiros de minha humilde pistola e o primeiro dos 12 estava morto. “Ah, se todos forem assim” pensei.
Vai ser difícil, mas... essa será a meta.
Cara, vou te contar. Foi uma tremenda viagem cinematográfica por algum estúdio de uma superprodução pós-apocalíptica, me senti um astro passeando de moto por becos amarelados segurando minha pequeninha Winchester .45. Uma antiga, um revolver de verdade. Não essas porcarias de pistolas automáticas de hoje em dia. Mas vocês sabem bem como é, alegria nunca dura muito. Foi quando eu estava dobrando uma esquina e me deparando com o que deveria ter sido uma praça um dia que encontrei o Número Uno. O Primeiro dos Macacos, ou como eu gostei de chamar: A Grande Decepção.
Me assustei de início com a aparência da criatura. Era uma espécie de árvore humanóide. Galhos saiam de seus membros e sua cor era completamente marrom. Tinha três cabeças, isso é, se posso chamar aquilo de cabeças. Bolotas como semente com bocas e olhos me fitavam em um grito congelado. Sem pensar, virei minha moto e fui em direção a criatura. Puxei minha .45 e arrebentei a cara do sujeito ( As três caras, pra dizer a verdade ), para ver o corpo mutante tombando para trás debilmente.
Me aproximei para confirmar e foi exatamente isso. Três tiros de minha humilde pistola e o primeiro dos 12 estava morto. “Ah, se todos forem assim” pensei.
Vai ser difícil, mas... essa será a meta.
Rooster
Dissera-me que seriam 12 ao total.
"12 Monkeys"; 12 assinaturas tão sutis quanto o mover de uma minhoca na floresta amazônica.
“Cada um tem sua especialidade e seu gosto a parte” disseram-me, “cada um você mata de um modo diferente ou morre de um especial.”
Não me disseram o porque dessa caçada. Só me disseram que era importante. Que dos 12, nenhum deveria fugir ou sobreviver.
Também não me importei em perguntar o motivo; Era trabalho e eu estava precisando de um.
Me deram a liberdade de escolha para meus equipamentos, mesmo sem me dizer quais eram as especilidade ou ponto fraco dos 12. Escolhei o que me convem; Escolhi apenas um meio de transporte e duas/três armas.
Não me deram nem mesmo a localização; "Você irá encontrar se apenas seguir em frente", disseram-me.
É o que me resta fazer, seguir em frente na caçada aos 12.
Apenas isso: Cabelos negros, franja de lado, pele branca e notthing else matter.
"12 Monkeys"; 12 assinaturas tão sutis quanto o mover de uma minhoca na floresta amazônica.
“Cada um tem sua especialidade e seu gosto a parte” disseram-me, “cada um você mata de um modo diferente ou morre de um especial.”
Não me disseram o porque dessa caçada. Só me disseram que era importante. Que dos 12, nenhum deveria fugir ou sobreviver.
Também não me importei em perguntar o motivo; Era trabalho e eu estava precisando de um.
Me deram a liberdade de escolha para meus equipamentos, mesmo sem me dizer quais eram as especilidade ou ponto fraco dos 12. Escolhei o que me convem; Escolhi apenas um meio de transporte e duas/três armas.
Não me deram nem mesmo a localização; "Você irá encontrar se apenas seguir em frente", disseram-me.
É o que me resta fazer, seguir em frente na caçada aos 12.
Apenas isso: Cabelos negros, franja de lado, pele branca e notthing else matter.
Back In Black
E foi quando os olhos fitaram o imenso vazio azul do céu. Naquele dia não havia uma só nuven para interromper a imensidão infinita e nem mesmo o sol parecia estar lá no alto. Os pensamentos continuavam o mesmos, a vida iria ser igual a todos os outros dias; miserável em sua pouca felicidade, mas pelo menos naquele momento sem pensamentos, sem demônios para atormentar, ela sentiu uma ponta de liberdade subir através de sua espinha e um sorriso tímido brotou de seus lábios.
Cabelo negro com franja de lado e pele pálida.
Cabelo negro com franja de lado e pele pálida.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Blade
Seu crânio e seus dedos ossudos eram as únicas partes de seu ser expostas. Para os que viam lá de baixo ( ou lá de cima ), a visão era não melhor do que uma estátueta, uma obra de arte criada por algum artista cujo o senso e a noção do normal já fora roubada há muito. Suas mãos serravam punhos de boxiadores e suas órbitas oculares fitavam o vazio com sua infitia escuridão. Um manto negro estampava uma noite eterna sem estrelas e cobria o que poderia ou não ser parte de seu corpo. Ergia-se acima dos demais, imponente e respeitável. Se mantinha imóvel e silencioso em sua plataforma. Uma madeira avermelhada esculpia uma forma levemente torta portava em seu peito uma mulher vestida com um manto vermelho, colado a seu corpo, dando forma ao mesmo. Seu rosto era coberto por um capuz igualmente vermelho.
A State Of ...³
Se eu acreditasse em Karma, diria que na outra vida fui alguém que abandonou todos a seu redor.
Se eu acreditasse em Deus, diria que Lúcifer gosta muito de mim.
Se eu acreditasse em Destino, diria que o alguém ainda não apareceu.
Se eu acreditasse no inevitável, diria que ... bem. Não sei.
Mas como, infelizmente, eu sou descrente de todas as alternativas acima, só me resta aceitar e seguir em frente com uma paciência inexistente em minha cabeça. Nessas horas que eu invejo aqueles que tem fé em algo, pois pelo menos nos momentos de fossa eles podem se agarrar a algo que não seja anti-depressivos e álcool e passar pelo dia de cabeça mais-ou-menos limpa.
Nessas horas, me divido em três estágios. Três níveis.
1; Três dias de cabeça baixa sem longas palavras, afogando em pensamentos e lembranças.
2; Dois dias de cabeça baixa sem longas palavras, afogando em pensamentos e lembranças.
3; Um dia de cabeça baixa, reclamando e falando sozinho.
No momento me encontro no nível 2.
Porque ela foi embora e não tenho nem idéia do quando ela voltará.
Se eu acreditasse em Deus, diria que Lúcifer gosta muito de mim.
Se eu acreditasse em Destino, diria que o alguém ainda não apareceu.
Se eu acreditasse no inevitável, diria que ... bem. Não sei.
Mas como, infelizmente, eu sou descrente de todas as alternativas acima, só me resta aceitar e seguir em frente com uma paciência inexistente em minha cabeça. Nessas horas que eu invejo aqueles que tem fé em algo, pois pelo menos nos momentos de fossa eles podem se agarrar a algo que não seja anti-depressivos e álcool e passar pelo dia de cabeça mais-ou-menos limpa.
Nessas horas, me divido em três estágios. Três níveis.
1; Três dias de cabeça baixa sem longas palavras, afogando em pensamentos e lembranças.
2; Dois dias de cabeça baixa sem longas palavras, afogando em pensamentos e lembranças.
3; Um dia de cabeça baixa, reclamando e falando sozinho.
No momento me encontro no nível 2.
Porque ela foi embora e não tenho nem idéia do quando ela voltará.
domingo, 22 de agosto de 2010
Back In Time
Tá dificinho de escrever algo. Pretendia começar um novo Arco hoje, mas parece que minha mente se perdeu em algum lugar longe dos portões do medo e tristeza. Parece ter sido aprisionada nos jardins da fantasia e romantismo. E com isso não é bom escrever algo. Romantismo e tristeza talvez. Medo e fantasia talvez. Mas fantasia e romantismo não mais. Mas pra você que interrompeu o que eu ia dizendo, continuarei.
Ela estava alheia a todos a sua volta e ao mesmo tempo se encaixava perfeitamente na pintura. Era tão pequenina e sonhadora com seus cachos despencando da bandana vermelha e sua jaqueta de couro refletindo e brilhando com os holofotes. Olhava para um lado, olhava para o outro. Parecia estar em busca de algo ou alguém, mas nunca conseguia encontrar e não se movia para procurar. Em sua volta, os motociclistas balançavam a cabeça e cantavam ao som de Freebird, enquanto ela permanecia imóvel com seus olhinhos buscando algo nunca encontrado. Havia ela se perdido dos pais ? Afinal era tão pequena e parecia indefesa no meio de tantos brutos. Só que havia algo diferente na pequena. Estava ali aparentemente perdida e mesmo assim mantinha os olhos firmes e uma expressão de liberdade. No meio do solo virtuoso de Freebird ela pareceu se dar conta de algo ( ou encontrado o alguém ) e saiu do meio do povo, seguindo para longe.
Estranho. Daria para ela 7~8 anos pelo corpo. Mas o olhar. Aquele olhar e aquela expressão não pareciam ser de uma criança. Eram... assustadoramente maduros.
Ela estava alheia a todos a sua volta e ao mesmo tempo se encaixava perfeitamente na pintura. Era tão pequenina e sonhadora com seus cachos despencando da bandana vermelha e sua jaqueta de couro refletindo e brilhando com os holofotes. Olhava para um lado, olhava para o outro. Parecia estar em busca de algo ou alguém, mas nunca conseguia encontrar e não se movia para procurar. Em sua volta, os motociclistas balançavam a cabeça e cantavam ao som de Freebird, enquanto ela permanecia imóvel com seus olhinhos buscando algo nunca encontrado. Havia ela se perdido dos pais ? Afinal era tão pequena e parecia indefesa no meio de tantos brutos. Só que havia algo diferente na pequena. Estava ali aparentemente perdida e mesmo assim mantinha os olhos firmes e uma expressão de liberdade. No meio do solo virtuoso de Freebird ela pareceu se dar conta de algo ( ou encontrado o alguém ) e saiu do meio do povo, seguindo para longe.
Estranho. Daria para ela 7~8 anos pelo corpo. Mas o olhar. Aquele olhar e aquela expressão não pareciam ser de uma criança. Eram... assustadoramente maduros.
sábado, 21 de agosto de 2010
A Lonely Picture
"E então sobreveio um grande terremoto
O sol escureceu como um tecido de crina
A lua tornou-se vermelha como sangue
E as estrelas do céu caíram na Terra
como fruta verde que cai da figueira
agitada por uma forte ventania
O céu desapareceu
como um pedaço de papiro que se enrola
e todos os montes e ilhas
foram tirados dos seus lugares
Então os reis da terra, os grandes, os chefes, os ricos,
os poderosos, todos tanto escravos como livres
esconderam-se nas cavernas e grutas das montanhas.
E diziam às montanhas e aos rochedos: 'caí sobre nós e escondei-nos da face
Daquele que está sentado sobre o trono e da ira do Cordeiro,
porque chegou o grande Dia da sua ira e quem poderá subsistir ?"
O sol escureceu como um tecido de crina
A lua tornou-se vermelha como sangue
E as estrelas do céu caíram na Terra
como fruta verde que cai da figueira
agitada por uma forte ventania
O céu desapareceu
como um pedaço de papiro que se enrola
e todos os montes e ilhas
foram tirados dos seus lugares
Então os reis da terra, os grandes, os chefes, os ricos,
os poderosos, todos tanto escravos como livres
esconderam-se nas cavernas e grutas das montanhas.
E diziam às montanhas e aos rochedos: 'caí sobre nós e escondei-nos da face
Daquele que está sentado sobre o trono e da ira do Cordeiro,
porque chegou o grande Dia da sua ira e quem poderá subsistir ?"
Shi- bricks com essa passagem na voz do menino em Stalker.
Still Loving You
"Um Homem em Busca de Inspiração."
"O Nascer de um Anjo."
"Industrial."
"Senhor dos Mortos."
"Vivendo em sonhos estranhos."
"Omega Defaut."
Lembra-te disto.
Por quê ? Porque precisas escrever.
"Ele ainda se lembra da primeira vez que ela o chamou de 'amor'.
Claro que lembra, não esqueceria nem quando estivesse em seu leito de morte. Em fato, talvez, essa possivelmente seria a última lembrança de sua vida. A última memória ao qual se agarraria antes de retornar ao pó."
"O Nascer de um Anjo."
"Industrial."
"Senhor dos Mortos."
"Vivendo em sonhos estranhos."
"Omega Defaut."
Lembra-te disto.
Por quê ? Porque precisas escrever.
"Ele ainda se lembra da primeira vez que ela o chamou de 'amor'.
Claro que lembra, não esqueceria nem quando estivesse em seu leito de morte. Em fato, talvez, essa possivelmente seria a última lembrança de sua vida. A última memória ao qual se agarraria antes de retornar ao pó."
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
The War Of The Last Wolfs
"Ih ! Faça um pedido, rápido !"
Hoje nós vimos uma estrela cadente,( Duas, se contar uma Hayabusa como uma )
geralmente, se faz um pedido eu sei lá por que motivo. Mas é divertoso.
Sem pensar, eu fiz o mesmo pedido que faço há... cinco anos ?, quando jogo moedas fora.
Que merda, será que nunca vou mudar ?
( Hoje vi mais uma coisa que lembrou do meu filho e me fez ficar rindo por uns bons vinte minutos. "Co-coo-cooo. Tá cum medo. Tá cum medo du galo, tá cum medo" )
Hoje nós vimos uma estrela cadente,( Duas, se contar uma Hayabusa como uma )
geralmente, se faz um pedido eu sei lá por que motivo. Mas é divertoso.
Sem pensar, eu fiz o mesmo pedido que faço há... cinco anos ?, quando jogo moedas fora.
Que merda, será que nunca vou mudar ?
( Hoje vi mais uma coisa que lembrou do meu filho e me fez ficar rindo por uns bons vinte minutos. "Co-coo-cooo. Tá cum medo. Tá cum medo du galo, tá cum medo" )
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Kaoru To Misao
Estava eu descendo do ônibus quando escuto *ti-tichhhh* do caminhão freiando no outro lado da pista.
Meia hora depois eu ainda estou rindo igual um bocô lembrando do meu filho imitando o som.
Meia hora depois eu ainda estou rindo igual um bocô lembrando do meu filho imitando o som.
Kyoto Tansakugata
Havia pegado o ônibus direto para o centro da cidade, tinha saído do trabalho tão apressado que esqueceu sua mochila no armário e só fora se dar conta quando já estava em seu destino. O tempo estava gelado, não se lembrava de ter pego um ar tão gélido na cidade como aquele. A praça cintilava com as luzes artificiais e o ambiente estava relativamente quieto. Os barcos flutuavam e batiam uns com os outros a suas costas, mas ele não ligava. As pessoas passavam conversando e rindo a sua frente, mas ele pouco dava atenção. Sua cabeça estava baixando e suas mãos cruzadas. Com poucos intervalos, levantava a cabeça e varria o local com seus olhos antes de retornar a posição inicial impaciente, com longos suspiros. Estava ansioso como há muito não ficava e não imaginava que aquela ligação mais cedo poderia tê-lo deixado assim.
“Ei ! Como está ? E adivinha onde eu estou ?” – Dizia a voz suave e rouca do outro lado da linha.
“Eu estou bem... E você deve estar agora na fossa das fossas após ter brigado com o namorado para lembrar da minha existência.” – Severa era a voz do rapaz, com leve sarcasmo.
“... Pra começar não tem namorado nenhum. E eu to tentando te ligar há mó tempão, mas o celular só desligado ou você nunca me atende.”
“Por isso que eu gosto de você, sempre cai na pilha...”
“.... Como eu ia dizendo, adivinha onde estou ?!”
“Não sei...”
“Seu ânimo me impressiona ! A caminho de Angra !”
Naquele momento, o coração do rapaz começou a martelar e sua fala foi roubada. Percebeu, então, o quanto sentia falta daquela menina ‘espivitada.’ As horas que se passaram após a ligação foram eternas, como se alguém puxasse o ponteiro do relógio contra seu sentido.
Agora, lá estava ele. Havia se passado uma hora desde que tinha tomado seu lugar na praça e nada. Foi quando sua paciência estava limite e sua ansiedade estourando barreiras que algo quente tocou seu ombro. Ele levantou a cabeça pronto para explodir com o dono da mão, mas o que viu o fez perder o fôlego. O All-Star era o vermelho surrado de sempre, a saia pregada xadrez vermelha e preta caía até pouco acima dos joelhos. Uma blusa preta de manga cumprida permitia ver uma fina linha da barriga branca. Os cabelos castanhos jogados por cima dos ombros dava mais contorno ao rosto quase pálido, onde olhos verdes fazia contraste com a maquiagem escura.
- Meu Deus, pensou o rapaz. Meu Deus, ela está da mesma maneira que eu lembro, então por que me sin...
- Não vai falar comigo ? A menina perguntou.
Antes de mesmo de conseguir pensar em algo, o rapaz já estava de pé, com a menina nos braços pressionando seus lábios contra os delas – Lábios quentes naquele frio incomum. O beijo foi se tornando mais intenso, a língua da menina buscava a do rapaz carinhosamente, o rapaz a segurava em um abraço firme, juntando os dois corpos, as mãos da menina caminhavam pelo corpo do rapaz, deslizando suavemente. Algum tempo se passou, o rapaz perdeu a noção de quanto e quando eles terminaram, a menina o fitou com olhos brilhantes e um sorriso nos lábios.
- Ê, alguém sentiu minha falta, hein ?
- Você não imagina o quanto, Gabi.
“Ei ! Como está ? E adivinha onde eu estou ?” – Dizia a voz suave e rouca do outro lado da linha.
“Eu estou bem... E você deve estar agora na fossa das fossas após ter brigado com o namorado para lembrar da minha existência.” – Severa era a voz do rapaz, com leve sarcasmo.
“... Pra começar não tem namorado nenhum. E eu to tentando te ligar há mó tempão, mas o celular só desligado ou você nunca me atende.”
“Por isso que eu gosto de você, sempre cai na pilha...”
“.... Como eu ia dizendo, adivinha onde estou ?!”
“Não sei...”
“Seu ânimo me impressiona ! A caminho de Angra !”
Naquele momento, o coração do rapaz começou a martelar e sua fala foi roubada. Percebeu, então, o quanto sentia falta daquela menina ‘espivitada.’ As horas que se passaram após a ligação foram eternas, como se alguém puxasse o ponteiro do relógio contra seu sentido.
Agora, lá estava ele. Havia se passado uma hora desde que tinha tomado seu lugar na praça e nada. Foi quando sua paciência estava limite e sua ansiedade estourando barreiras que algo quente tocou seu ombro. Ele levantou a cabeça pronto para explodir com o dono da mão, mas o que viu o fez perder o fôlego. O All-Star era o vermelho surrado de sempre, a saia pregada xadrez vermelha e preta caía até pouco acima dos joelhos. Uma blusa preta de manga cumprida permitia ver uma fina linha da barriga branca. Os cabelos castanhos jogados por cima dos ombros dava mais contorno ao rosto quase pálido, onde olhos verdes fazia contraste com a maquiagem escura.
- Meu Deus, pensou o rapaz. Meu Deus, ela está da mesma maneira que eu lembro, então por que me sin...
- Não vai falar comigo ? A menina perguntou.
Antes de mesmo de conseguir pensar em algo, o rapaz já estava de pé, com a menina nos braços pressionando seus lábios contra os delas – Lábios quentes naquele frio incomum. O beijo foi se tornando mais intenso, a língua da menina buscava a do rapaz carinhosamente, o rapaz a segurava em um abraço firme, juntando os dois corpos, as mãos da menina caminhavam pelo corpo do rapaz, deslizando suavemente. Algum tempo se passou, o rapaz perdeu a noção de quanto e quando eles terminaram, a menina o fitou com olhos brilhantes e um sorriso nos lábios.
- Ê, alguém sentiu minha falta, hein ?
- Você não imagina o quanto, Gabi.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Rehab
Aí entrou um negão com um papagaio no ônibus.
O motorista falou: "Ei, não é permitido a entrada de animais."
O papagaio respondeu: "Eeele está co-mi-go."
*capota*
O motorista falou: "Ei, não é permitido a entrada de animais."
O papagaio respondeu: "Eeele está co-mi-go."
*capota*
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Savanna
"Você acha que um poder que duela pode ser derrotado ? ", os olhos faiscavam enquanto os lábios finos dançavam e deixavam escapar as palavras, palavras que iriam persegui-lo e fixar-se tanto quanto “O homem de preto corre pelo deserto e o pistoleiro vai atrás” na cabeça do King.
A guitarra distante gritava seus acordes crescendo suavemente, ele se levantou tentando não acordar completamente ( Há quanto tempo não sonhava ? Três, cinco ? Não importava ), desligou o despertador de seu celular e buscou em sua memória as imagens e os sons. Era um fogo aumentando aos poucos, demorando a se arder com força. Frágil a ponto de se apagar com um sopro pálido, mas ele se agarrou a pequena chama e a alimentou até sua queima ser satisfatória. Então os olhos – Grandes olhos verdes – surgiram em sua visão. Tinha conseguido retornar ao sonho, tentou perguntar, mas as palavras não saiam de sua boca, tentou se agarrar um pouco mais, porém estava lutando contra areia movediça. Somente conseguiu ouvir a pergunta desafiadora e sádica. Os olhos duros e os lábios pintados dançando: “Você acha que um poder que duela pode ser derrotado ?”
A guitarra distante gritava seus acordes crescendo suavemente, ele se levantou tentando não acordar completamente ( Há quanto tempo não sonhava ? Três, cinco ? Não importava ), desligou o despertador de seu celular e buscou em sua memória as imagens e os sons. Era um fogo aumentando aos poucos, demorando a se arder com força. Frágil a ponto de se apagar com um sopro pálido, mas ele se agarrou a pequena chama e a alimentou até sua queima ser satisfatória. Então os olhos – Grandes olhos verdes – surgiram em sua visão. Tinha conseguido retornar ao sonho, tentou perguntar, mas as palavras não saiam de sua boca, tentou se agarrar um pouco mais, porém estava lutando contra areia movediça. Somente conseguiu ouvir a pergunta desafiadora e sádica. Os olhos duros e os lábios pintados dançando: “Você acha que um poder que duela pode ser derrotado ?”
Sakabi
Ele via o futuro. Previa os desastres, encontrava fontes de água e evitava acidentes com seus sonhos.
Sonhava muito e sempre ajudava os outros. Os outros o adoravam. Ajudavam-no também.
Mas um dia ele parou de sonhar. E foi aí que todos se viraram contra ele. Culpando-o por tudo que acontecia pelo simples fato dele não poder mais prever.
A humanidade é tão revoltante.
Sonhava muito e sempre ajudava os outros. Os outros o adoravam. Ajudavam-no também.
Mas um dia ele parou de sonhar. E foi aí que todos se viraram contra ele. Culpando-o por tudo que acontecia pelo simples fato dele não poder mais prever.
A humanidade é tão revoltante.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Dearly Beloved
Acho que sempre fui assim - Dizia ela, desde pequena nunca tive nada demais, nada de interessante.
Era normal. Seus cabelos não eram negros e brilhosos ou vermelhos como o fogo, apenas um loiro desbotado, aparentemente sem graça. Seus olhos, nem azuis como os céus nem verdes como águas, era um castanho singelo, escuro. Suas bochechas não nem tão rozadas e nem tão sem cor. Seus lábios rachavam com facilidade diante do frio e não tinha uma tonalidade forte. Por fim, sua pele não era morena nem branca, ficava beirando o meio termo entre ambs as cores. Usava óculos, sempre os usara, desde quando podia se lembrar. Felizmente, tinha bastante colegas na escola para não ser alvo de brincadeiras de mal gosto, mas também não chegava a ser popular. Era apenas normal. Sempre fora, não tinha histórias para contar. Ela apenas vivia.
Mas não se importava com isso na época e não se encomoda até hoje. Ela apenas vive e não reclama. Não se deixa ser carregada pela vida. Carrega ela, não de uma forma pesada. De uma forma livre, serena.
Era normal. Seus cabelos não eram negros e brilhosos ou vermelhos como o fogo, apenas um loiro desbotado, aparentemente sem graça. Seus olhos, nem azuis como os céus nem verdes como águas, era um castanho singelo, escuro. Suas bochechas não nem tão rozadas e nem tão sem cor. Seus lábios rachavam com facilidade diante do frio e não tinha uma tonalidade forte. Por fim, sua pele não era morena nem branca, ficava beirando o meio termo entre ambs as cores. Usava óculos, sempre os usara, desde quando podia se lembrar. Felizmente, tinha bastante colegas na escola para não ser alvo de brincadeiras de mal gosto, mas também não chegava a ser popular. Era apenas normal. Sempre fora, não tinha histórias para contar. Ela apenas vivia.
Mas não se importava com isso na época e não se encomoda até hoje. Ela apenas vive e não reclama. Não se deixa ser carregada pela vida. Carrega ela, não de uma forma pesada. De uma forma livre, serena.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Allegro
Só pra dizer: Ontem eu fui lá só para te ver. Parace que sexta feita você estará indo embora, não é ? Parece que nosso tempo está se esgotando. Mas tudo bem, melhor que acabe enquanto não há má lembranças.
Já escrevi o que te prometi. Só falta digitar. Até amanhã estará aqui.
Já escrevi o que te prometi. Só falta digitar. Até amanhã estará aqui.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Us
Aí me perguntaram se eu era feliz, aí eu repondi que felicidade era um estado momentâneo superestimado.
Responderam: "Droga, você precisa é de Jesus na sua vida."
Peguei minha bandeija e fui jantar sozinho e o resto da minha noite foi escura e gelada.
( Estava chovendo bastante e houve teste de BO )
Responderam: "Droga, você precisa é de Jesus na sua vida."
Peguei minha bandeija e fui jantar sozinho e o resto da minha noite foi escura e gelada.
( Estava chovendo bastante e houve teste de BO )
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
The Forest Song
"Eventualmente, as pessoas passaram a vê-la.
A noiva que antes não estava ali.
Depois de um tempo, disseram que ela habito dela desaparecer, nunca mais ocorreu."
A noiva que antes não estava ali.
Depois de um tempo, disseram que ela habito dela desaparecer, nunca mais ocorreu."
Send Me An Angel
Here I am. Will you send me an Angel ?
Pois é. Não entendo o que tem de tão revoltante no fato de eu não crer em Deus.
"VOCÊ NÃO ACREDITA EM DEEEEEEEEEEUS ? - Perguntam com aquela cara estranha, acredita em quê, então ?"
"Nada."
"Nada ?"
"Ié, nada."
"Como nada ?"
"... A maioria das pessoas preferem acreditar em Deus pois é o meio mais fácil de explicar coisas ruins ou boas que acontecem ( Curou de uma doença. "Graças a Deus." Pegou uma doença. "É provação de Deus" ). E também não gostam de acreditar que você vive uma vida, só isso. Vive apenas o tempo de uma vida e mais nada, nada de além. Nada de redenção ou perdão eterno. Nada de paraíso. Eu não preciso pôr a 'culpa' em um "amigo imaginário' ( Sim, pois. Qual a definição de uma amigo imaginário ? "Personificação de 'alguém' inventada por outro alguém. Você conversa com a criatura e, para você, ela responde. Mas... dentro de sua mente ) [ Nessa parte começam a me xingar por comprar o Todo poderoso com a loucura de uma criança. Eu rio, e uso isso para implicar. ] e nem ter o conforto de que depois de toda essa merda, esse lixo e desgraçada que nós vivemos vai ter um paraíso para me confortar depois da morte. Então, não preciso me abraçar a uma crença para ser salvo ou para tornar minha vida mais feliz. Nada contra quem acredita, entretanto."
"Não, mas não é assim. Como você explica a criação ?"
"Dood. Eu não acredita e você acredita. Eu respeito sua crença, dá pra respeitar minha 'não crença ?'
"Mas não pode. Você precisa acreditar em algo..."
E assim por diante. TODA SANTA NOITE. Começa com alguém diferente, mas sempre o mesmo grupinho se reúne. Parece até polícia. No final, todo mundo sai com cara de cu, mas acaba votado no mesmo deputado ladrão.
Pois é. Não entendo o que tem de tão revoltante no fato de eu não crer em Deus.
"VOCÊ NÃO ACREDITA EM DEEEEEEEEEEUS ? - Perguntam com aquela cara estranha, acredita em quê, então ?"
"Nada."
"Nada ?"
"Ié, nada."
"Como nada ?"
"... A maioria das pessoas preferem acreditar em Deus pois é o meio mais fácil de explicar coisas ruins ou boas que acontecem ( Curou de uma doença. "Graças a Deus." Pegou uma doença. "É provação de Deus" ). E também não gostam de acreditar que você vive uma vida, só isso. Vive apenas o tempo de uma vida e mais nada, nada de além. Nada de redenção ou perdão eterno. Nada de paraíso. Eu não preciso pôr a 'culpa' em um "amigo imaginário' ( Sim, pois. Qual a definição de uma amigo imaginário ? "Personificação de 'alguém' inventada por outro alguém. Você conversa com a criatura e, para você, ela responde. Mas... dentro de sua mente ) [ Nessa parte começam a me xingar por comprar o Todo poderoso com a loucura de uma criança. Eu rio, e uso isso para implicar. ] e nem ter o conforto de que depois de toda essa merda, esse lixo e desgraçada que nós vivemos vai ter um paraíso para me confortar depois da morte. Então, não preciso me abraçar a uma crença para ser salvo ou para tornar minha vida mais feliz. Nada contra quem acredita, entretanto."
"Não, mas não é assim. Como você explica a criação ?"
"Dood. Eu não acredita e você acredita. Eu respeito sua crença, dá pra respeitar minha 'não crença ?'
"Mas não pode. Você precisa acreditar em algo..."
E assim por diante. TODA SANTA NOITE. Começa com alguém diferente, mas sempre o mesmo grupinho se reúne. Parece até polícia. No final, todo mundo sai com cara de cu, mas acaba votado no mesmo deputado ladrão.
sábado, 7 de agosto de 2010
A State Of qualquer coisa.
"Peanut", como diria o sabio Jack Sparrow.
Mal à beça. Mas bem à beça ao mesmo tempo. ( Bêbado ? Sei lá )
Sempre tive a esperança de outro fim, mas parece que vai ser esse mesmo.
Viva House !
LOUL SO RANDUM
Mal à beça. Mas bem à beça ao mesmo tempo. ( Bêbado ? Sei lá )
Sempre tive a esperança de outro fim, mas parece que vai ser esse mesmo.
Viva House !
LOUL SO RANDUM
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
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