segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Kiro

"lalalalalala
eu te amo,viu

non forget jamais!!



nós fomos feitos um pro outro, meu bebexinhu lindu! =)



eu vou sentir mt a xua falta... =(((






neoqav
"

Who Am I

Talvez seja só o tempo vago, possivelmente apenas muito espaço vazio e pouca variedade de pensamentos. De uma forma ou de outra, assim faz parecer que tudo não é certo, que só traz dificuldade e tristeza. Se for assim, pare de tentar, desista de uma vez. Não continue caminhando pensando em uma hora ter que voltar toda a montanha. Essa indecisão já está me cansando.

domingo, 30 de agosto de 2009

Something

O irmão mais novo tinha convencido a si de que era apenas ilusão; Não teria como ter asas ali, a não ser que as mulheres mantivessem um pássaro bem grande em cativeiro, algo que em seu bom senso julgou ser impossível. Afastou da mente aqueles pensamentos e se voltou a procurar pelo óleo para sua luminária, acabou se vendo no que parecia ser o quintal da estalagem. Era gramado até onde seus olhos podiam ver, longo corria um pequeno rio que fazia um ruído baixo, como se estivesse com receio que alguém ouvisse sua água correr pelas pequenas pedrinhas em seu fundo. Não havia ponte para cruzar o rio que cortava o caminho e também não havia necessidade do irmão mais novo atravessar, a última coisa que gostaria era sair da estalagem sem seu irmão mais velho ( Infelizmente, iria se arrepender de não ter aproveitado essa chance ).
Encontrou o caminho de volta para dentro da estalagem sem muita dificuldade, antes mesmo que desse mais de um passo para dentro, uma das mulheres o surpreendeu com um grande sorriso estampado no rosto. “Ara ! Você está perdido, meu docinho ?Venha ! Venha comigo que te levarei de volta”. Passou um braço por volta dele e o levou adiante pelo corredor. Agora estava repleto de claridade, velas foram colocadas em todos os cantos de modo que espaço algum ficasse escuro, mas para o irmão mais novo o corredor se tornara bem mais assustador daquela forma. As velas criavam sombras que iam e vinham nas paredes, o vento fraco que conseguia penetrar fazia desenhos cada vez mais horripilantes com as chamas que bruxuleavam sem parar. Era novo, mas já herdava o orgulho da família. Não queria se mostrar temente a sombras para a mulher estranha, puxou o máximo de ar que pode e com um longo suspiro se colocou na postura mais respeitável que conseguiu, estampou um sorriso na cara e se deixou levar pela mulher que também sorria. Andaram o (enorme) caminho todo sem pronunciar uma só palavra. A mulher apenas continuava com aquele sorriso enorme na face, o irmão mais novo descobriu depois de algum tempo que não confiava naquele sorriso; tinha algo errado ali e não sabia se queria descobrir mais do que isso. Sua linha de pensamento foi cortada quando outra mulher saiu de uma pequena porta ao lado esquerdo do corredor. “O que estão fazendo aí ? Venha ! Eu acompanho vocês.” Assim como a primeira, também colocou um sorriso na face e foi para o lado do irmão mais novo e tomou-lhe a mão para colocar junto a dela. Naquele sorriso, ele também não confiava. E afinal, que corredor era aquele ? Sempre iluminado, sempre distante e infinito. Imaginou qual seria o tamanho daquela estalagem. Poderia jurar já estar caminhando a mais de meia-hora e a paisagem não mudava em nada.

sábado, 29 de agosto de 2009

Never Ending Search

"See the TURTLE of enormous girth,
On his shell he holds the earth.
If you want to run and play,
Come along the BEAM today.
See the TURTLE of enormous girth!
On his shell he holds the earth.
His thought is slow but always kind;
He holds us all within his mind.
On his back all vows are made;
He sees the truth but mayn't aid.
He loves the land and loves the sea,
And even loves a child like me."

Forces

[Interrupção]

Metal. Está por toda parte. Não existem estrelas nem lua; não existe o céu. A escuridão e o frio do metal são tudo que existe por aqui. Muitas das construções são ancestrais, algumas ainda estão sendo criadas pelos arquitetos. Criaturas fruto da mutação entre aqueles que um dia já foram humanos, a mente cibernética da rede e estruturas robóticas. A partir de suas mãos, pilares de aço são erguidos em questão de segundos. Os caminhos acessíveis são estradas deformadas por inúmeras lutas dos Seres de Silicone contra os Ciborgues, eles que ainda se denominam humanos por uma memória há muito perdida. Nessa existência, tudo é interligado e todos os respiradores são apenas um. Não há limites para a estrutura de metal, e os humanos verdadeiros foram extintos devido sua ganância e prazer com o pecado. Sua arrogância deu-se hoje o que chamamos de existência vaga. Um dia, tudo criado teria seu objetivo, hoje, em uma época que até mesmo o resto do nosso universo ( Aquele que nossos olhos podem enxergar ) foi dominado pelo metal, não há nada a se fazer a não ser vagar pelo espaço.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Some Miracles of Entrails

O irmão mais velho seguia pelo corredor há vários minutos, antes não tinha dado conta de quão ‘sem fim’ era aquele corredor, somente agora que sua velocidade ia diminuindo e sua respiração ficando cada vez mais difícil que parou para pensar na distância que tinha coberto e realizar de que era impossível que aquele corredor fosse tão longo. Parou, então, e se sentou no chão para pensar. Olhou para os lados e viu que não havia mais portas e ele não conseguia ver fim em ambos os lados, apenas escuridão. Um grito de desespero irrompeu através da escuridão, vinha de todos os lados, cima e baixo. “Irmão !”, o irmão mais velho levantou e correu o mais rápido que pode na direção que tinha vindo, o silencia já havia retornado a dominar a sua volta. Depois de correr algum tempo, percebeu que seria inútil continuar sem destino naquele caminho infinito, se posicionou e atravessou uma das paredes de seda e madeira, mas ao chegar do outro lado, viu-se de cara com mais um corredor sem fim. Não tinha ficado muito surpreso com aquilo, apenas pegou ar e continuou a perfurar as paredes. Uma, duas, três... Nada. Apenas o mesmo corredor escuro. Já estava cansado e a ponto de se entregar; Ficar ali e, quem sabe, morrer de fone ou na melhor das hipóteses, alguém se lembraria de sua existência e o fosse procurar e com sorte, o encontrasse ali logo. Outro grito destruiu a calmaria, no mesmo momento o irmão mais velho levantou a cabeça, pensou em seu irmão mais novo e logo já estava atravessando as paredes mais uma vez. Uma, duas, três, quatro... Estava tão apressado em encontrar uma saída que pouco prestava atenção em onde passava, ao entrar em um corredor e se pôr novamente indo contra a parede, acabou tropeçando em algo e batendo de cara no chão de madeira. “Talvez com isso você tenha uma chance”, quando o irmão mais velho se levantou, a menina já tinha evaporado no escuro. Olhou para o chão e viu que uma espada embainhada se encontrava ali. Era vermelha como fogo e no meio daquele escuro, ela reluzia com uma luz tão forte que fez o irmão mais velho se perguntar como foi possível passar por ela sem perceber. Pegou-a, juntou ela contra o peito e correu para atravessar mais uma parede.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Delusive complexio

[Interrupção ]

Se isso não acabar irá se transformar em um distúrbio.
Se isso não acabar irá terminar exatamente em ‘terminar’.
Eu não sei o que fazer quanto a isso, mas se continuar vai me destruir.
E justo agora que eu não quero ser destruído.
Diga-me, o que fazer ?
Calar ou deixar ?

Muita coisa na minha cabeça. Muita coisa que eu gostaria de esquecer e muita coisa que eu gostaria de não dar a mínima.

Midnight Shooter

“Fique aqui !” Gritou o irmão mais velho enquanto saia em disparada pelo corredor escuro. “Aqui ... ?”, a pergunta boba do irmão mais novo saiu para ninguém. Quando se deu conta de que estava sozinho no meio da noite em uma estalagem que nunca tinha ouvido falar, com uma baita chuva caindo lá fora e com seu irmão mais velho perseguindo uma garota que nem ao menos conhecia, o medo desceu sobre o pobre irmão. E, como em toda história para se formar o ambiente completo compatível com a altura do medo de quem a está vivendo, a luminária se apaga com um sopro forte de vento, deixando o irmão mais novo não apenas sozinho em um lugar desconhecido, como também no escuro. Mas ele não era bobo, sabia que tudo que precisava era de uma boa quantidade de óleo para deixar a lamparina acessa. Com isso em mente, saiu da pequena sala e se deu de cara com um largo corredor ( A esse tempo, o corredor pareceu metros mais cumprido ao olhar dele, mas tinha certeza de que era apenas a escuridão ), foi andando a passos apressados, mas não chegava a ser uma corrida. Se perguntava onde o irmão mais velho poderia ter ido e como poderia ter ido tão longe em tão pouco tempo. Ao longe, ele via um quarto iluminado. Era possível ver as sombras através das paredes de madeira e seda. Junto as sombras, ele ouvia vozes muito agudas e com tremendo pavor se aproximou o suficiente para escutar as vozes e não o bastante para que elas o escutassem. “E então, e então ?”; “O que devemos fazer ?”; “Já faz tanto tempo que tivemos meninos tão jovens assim !”, as vozes viam de pessoas diferentes, ele sabia, mas pareciam todas iguais. Todas ‘rasgadas’, como se não viessem de garganta humana. “Ara, ara ! Devemos fazer o de sempre !”; “Eu não agüento mais o de sempre !”;”Fazem ANOS que não comemos o de sempre !”; “Não importa ! Eu não quero !”. As vozes se tornaram mais rasgadas e agudas até que entraram em uma discussão que para o irmão mais novo era impossível definir o que estavam falando. Pelas sombras, ele via que as mulheres estavam se amontoando uma em cima da outra, como se estivessem brigando. Fez força para desviar o olhar e ir embora. E conseguiu, mas não antes de ter um vislumbre de uma provável peça de sua imaginação. No meio de todas aquelas mulheres amontoadas, ele pôde ver protuberâncias, praticamente asas bem pequenas formando sombras naquele bolo disforme.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Ave Maria

Abaixo da luminária de óleo, se encontrava uma plaquetinha de madeira rústica com “Estalagem” entalhada em letras grossas. Agora que estavam próximos, podiam ver que não era apenas uma, mas quatro luminárias presas as paredes de madeira e seda da estalagem. As chamas dançavam com o forte vento, mas não davam o mínimo sinal de que poderiam apagar com a forte chuva que despencava a sua volta. O irmão mais velho bateu a porta e não demorou muito para ambos ouvirem passos apressados vindo de dentro da estalagem. “Pois não ?”, Uma menina com as bochechas muito coradas e de pele muito branca dizia ao arrastar a porta. Seus cabelos curtos ondulavam em sua testa e seus olhos eram calmos. Passou os olhos pelo irmão mais novo com súbita paciência, porém quando chegou a descer a visão sobre o irmão mais velho, ofegou por alguns instantes e seus olhos se arregalaram. “ Você não deveria estar aqui”, ainda fitando o irmão mais velho, sua voz agora não passava de um sussurro. O irmão mais velho apenas continuou a olhar para a menina com aparência desesperada a sua frente e antes que o irmão mais novo pudesse abrir a boca para perguntar algo, a porta correu ao seu limite e por trás dela, várias mulheres formavam uma fila, uma ao lado da outra. “Aha ! Parece que temos clientes”; “Sim ! E olha como são jovens !”; “ Vamos, entrem. Fiquem a vontade.”; “A estalagem está a seu dispor !”. Todas eram jovens, com no máximo 22 anos de idade. Se vestiam bem, tinham peles claras, sem nenhuma falha aparente. Convidaram os irmãos a entrar e os colocaram em uma pequena salinha com uma mesa e alguns cobertores, serviram chá quente com biscoitos. Deram toalhas para que pudessem se secar. O irmão mais novo só sabia rir e se gabar pela idéia de ter ido até a luminária, já o mais velho apenas serrava os olhos para a porta e ficava fitando-a como quem olha para uma janela que dá em outro mundo. “Ei, irmão mais velho. Você conhecia aquela garota de antes ? Ela parecia assustada quando te viu !”.O irmão mais velho apenas balançou a cabeça querendo dizer que não e ainda dava toda sua atenção para a porta. Logo ela se abriu, e a mesma garota que tinha aparecido na porta da frente da estalagem se encontrava ali. Sua pele agora estava totalmente tomada pelo vermelho que só se encontrava nas suas bochechas antes, ela ofegava mais do que nunca. “Vocês... precisam... sair daqui... agora!”, o irmão mais velho já estava se levantando e indo em direção a porta quando a menina a fechou. O irmão mais velho foi rápido, mas a menina fora incrivelmente rápida. Ao ponto que ele abriu a porta, já não tinha mais nem o rastro de que alguém tinha estado ali.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Murder

A chuva desabou quando nenhum dos dois irmãos esperava. Afinal, era um dia de sol perfeito para pescar. O irmão mais velho tinha conseguido bater seu recorde no rio aquele dia; puxara três corvinas e uma bicuda de dar inveja a qualquer pescador profissional, para o irmão mais novo, no entanto, o dia não tinha sido nada produtivo; Além de arrebentar a linha diversas vezes, não conseguira pegar um só peixinho miúdo. Para a sorte de ambos, já estavam se arrumando para ir embora quando as gotas começaram a salpicar suas faces, mas não demorou muito para o que parecia ser apenas uma garoinha de verão se transformar em um temporal fora de época. Ambos terminaram de empacotar suas tralhas muito rápido ( Embora o irmão mais velho tivera todo cuidado para guardar seus peixes no isopor de pesca do pai, e não se preocupava muito com a chuva enquanto o fazia. Tinha a paciência de um monge quando se tratava de peixes. Não era exatamente uma paixão, mas algo que tinha herdado de seu pai por puta e espontânea pressão. ). Não demorou muito e já estavam correndo pela floresta adentro em busca de um abrigo. Conheciam o lugar, e sabiam que o máximo que poderiam encontrar seria uma árvore grande com folhas juntas o suficiente para protegê-los da chuva. Poderiam, sim, terem saído em disparada até a casa onde moravam, mas era um caminho distante do rio, além de uma estradinha pobre e conturbada. Com aquela chuva, seria mais fácil ambos atolarem na lama do que chegarem em algum lugar. Se distanciaram do rio alguns poucos metros e, para surpresa do irmão mais velho que se dizia conhecedor da pequena floresta, avistaram uma luminária que pendia silenciosamente a frente de ambos. O irmão mais velho, orgulhoso como só, se negava a ir mais adiante. “É sua cabeça te pregando uma peça”, dizia para o irmão mais novo. Ele, por sua vez, insistia em ir. Era curioso e adorava ver quando o irmão mais velho estava errado em alguma coisa ( Eram os únicos momentos que ele poderia estar certo ). “Vamos, irmão, não vai lhe custar nenhuma moeda e quem sabe assim não encontramos um lugar para ficarmos secos ?”. Depois de muitas frases gastas para convencer o irmão mais velho, finalmente concordaram em seguir até onde a luminária poderia estar.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Seaside Lullaby

Você vê, herói pequenino ?
Aquela praia que se estende abaixo de nossas montanhas
O vai e vem das ondas
É certo, e de nenhuma forma, o culpo
Não deve enxergar toda vida por baixo daquele azul
São seus olhos, e de nenhuma forma, os culpo
Você, herói pequenino
Tem o destino de Deuses
E suas pernas serão responsáveis pelas marcas naquelas areias
E de nenhuma forma, os culpo
Você vê, herói pequenino ?
Suas pegadas farão a diferença para aquele mar
Em verdade, elas já fizeram.
Para o mal ou bem, um fardo em ti já foi posto
Herói pequenino
Sem espadas ou escudos suas batalhas serão difíceis
Mas não se preocupe,
Aquela vida que você não consegue enxergar por baixo do azul
Estará lá quando você chamar por ajuda
E, herói pequenino, minha mão estará a seu alcance quando estiver caindo
Mas suas mãos e pernas serão fortes para sustentar a ti só
E temer o desconhecido você não vai ter por quê
Mas se o fizer, de nenhuma forma o culparei
Você irá crescer e deixar de ser pequenino
Realizar grandes coisas
Ou deixar de realizar, e de nenhuma forma, o culparei.
Por quê ?
Ora, herói pequenino, porque eu o amo
E meu orgulho, pertence a ti.


Ode To My Son

Doomed Mission

Mil relógios dispersados ao longo do caminho, desde árvores despencadas até ao chão ardiloso que dizem ainda conter esperança. Poderia ser tão sem imaginação a ponto de ver apenas solidão e morte onde se encontram as terras devastadas ? Criaturas sem corpos ou almas devoram uma as outras através de um desespero constante e uma faminta luta pela superioridade na desolação do nada, aonde o sonho termina e o fim do mundo tem sua partida. Sem pensar ou mesmo agir, bactérias já não possuem seu lugar sob o magma que jorra dos olhos deste chão como lágrimas de quem um dia já teve amor. Os relógios não são donos de sua própria verdade e sendo eles a primeira visão se tomada desse espaço, quem serei eu para debater com a mentira imposta a minha visão ?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Dark World

Ele agora sentia o calor das lágrimas escorrerem levemente pelas maçãs de seu rosto, tinha completa consciência de que suas mãos mal suportavam o peso que era imposto a elas. Ainda assim, insistia com aquela loucura.
“Desista, Eddie, desista ! Sim, você é capaz e ambos sabemos disso, mas aqui não é nem hora nem lugar para você pôr isso a prova. Guarde-a, Eddie, guarde essa coisa e use-a quando tiver outra oportunidade. Não é a hora, você sabe”
Sim, ele sabia. Desde o começo ele sabia, mas precisava provar ser capaz agora ou no momento verdadeiro ele não teria coragem. Mas aquela voz tão familiar ainda persistia em sua cabeça. O que ele poderia fazer sendo tão fraco quanto ela ?

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Halo

O som da chuva parece tão distante agora, o frio nem tão gelado não passa de um sopro morrendo dentro de minha memória. A sua silhueta banhada por luzes artificiais ainda não fora apagada de minha cabeça assim como o torturante ir e vir da água enquanto caminhávamos ainda mantém seu movimento gravado na minha pele. Se fizer um pouco de esforço, ainda consigo sentir seus lábios finos sendo pressionados contra o meu, debaixo do céu nublado daquele dia de semana. A música ao fundo, há muito se perdeu em meus ouvidos, mas ‘Helo’ – Para mim a trilha sonora daqueles dias – ainda consegue reviver o sentimento de quando nos deitamos para fugir do frio naquela casa não tão aconchegante e nos abraçamos debaixo do cobertor enquanto conversávamos coisas sem muito interesse.


Depoimento. x)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Century Child

"Estrela que reluz, estrela que brilha, primeira estrela a surgir no céu; ouça meu pedido, meu pedido escute e realize o desejo que lhe peço."

Quem sabe, em um período de tempo ( Não o nosso tempo, mas no tempo dela), ela não venha a escutar e o desejo realizar.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Thank You

Vá para o trabalho, mande suas crianças para a escola, siga a moda, aja normalmente, ande pelos pavimentos, assista TV, guarde dinheiro para aposentadoria, obedeça a lei.
Repita depois de mim: Eu sou livre !

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Hero

E por que não ?
Já que 'nada deu certo', não custa voltar a escrever para ninguém. =)