Se encontrava de frente para ruínas de uma magnífica cidade. A arquitetura o lembrava das antigas histórias sobre Deuses gregos que ouvia quando mais novo. Enormes pilares sustentavam tetos ruídos pelo tempo. Algumas pequenas casas se encontravam destruídas pela metade. A luz era fraquíssima e parecia vir apenas de algumas pedras cravadas no teto da caverna. A caverna em si tinha o formato de um grande domo. O teto era estufado e as paredes ao lado circulavam em volta das ruínas. O ar em si era pesado e a gravidade parecia exercer uma forma maior. Observou por um tempo as estruturas, até que um baque ensurdecedor veio do fundo do túnel pelo qual tinha saído.
O suor escorreu por sua pele e seu coração palpitava mais rápido. “Não posso deixar que me pegue, não posso deixar que me pegue...” – Seu pensamento era frenético e o medo crescente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário