O sorriso presunçoso esboçou-se na face de Castiel. “Tu, mortal, pois outrora abençoado com o dom da ignorância acreditas que tens o poder para tirar a vida de um imortal ?” Asas, longas e escuras brotaram das costas de Castiel abrindo-se 3 metros de cumprimento para lado de seu corpo.
Ele, continuava com sua mão firme e sua mira centrada na testa de Castiel, disse: “Castiel, anjo do Senhor, um dia protetor dos Homens e fiél a tua linhagem, é possível que tenha provado do sabor da ganância a ponto de cegar-te com ilusões tão baratas ?” Cas abandonou o sorriso que logo foi substituído por fúria em sua face, prosseguiu: “Retiras a falsa ameaça de minha vida, pois assim poupar-te-ei e terás outro dia de miséria.”
Ele suspirou e baixou a face, sussurrou para si: “Misericórdia deverá se providenciada a esta alma, pois a fome a consumiste.”
A Walker Colt fora disparada e um estampido surdo se espalhou pelo ar vazio. Castiel permaneceu de pé, com suas longas asas fortes como couraças, abertas sem nem ao menos balançar com o vento. A circunferência do buraco em sua testa era perfeita, em sua nuca, nem maior ou menor. Seus olhos ainda tinham vida, e seu corpo forças para manter-se de pé como se nada tivesse acontecido. Do buraco, não esvaia sangue.
Ele olhou para os homens, um por um, depositou a Colt em um bolso de sua mochila e se pois a caminhar.
Como usualmente, ele continuou a caminhar. Deixando para trás um Anjo petrificado em sua morte.
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