Isso me tomou um bom tempo.
Quando todos que você já amou finalmente se foi
Quando tudo que você sempre quis finalmente teve seu final
Quando todos seus pesadelos estão por um tempo obscurecidos
Por um brilhante farol sem cérebro
Ou por um eclipse de várias formas terríveis desse mundo
Quando você está calmo e contente
E finalmente totalmente sozinho
Em uma grande nova escuridão
Você finalmente irá executar seu plano especial
“O escolhido precisa ter um plano”, alguém disse, quem tenha indo embora nas trevas
E quem eu precisava acreditar estava dormindo ou morto
Imagine que ele falou: “Toda a carne que já foi comida
Os dentes arrancando-as
A língua sentindo o sabor
Agora jogue essa carne fora” ele disse
“Jogue fora os dentes e a língua
O sabor e a fome
Jogue fora tudo, assim é.”
Esse era o plano
Meu próprio especial plano para esse mundo
Eu escuto essas palavras e ainda assim eu não imagino
Se essas criaturas quais eu tenho imaginado dormindo ou mortas se aproxima de suas visão
Mesmo em seus sonhos mais profundos
Ou em sua real última morte
Porque eu tenho ouvido tais planos, tais visões
E eu sabia que eles não viam longe o bastante
Mas isso foi demandado na forma de um plano
Precisando ir além da língua e dos tentes e da fome e da carne
Além dos ossos e até mesmo da poeira dos ossos e o vento que poderia vir soprar a poeira para longe
E assim eu comecei a perceber uma escuridão que estava muito antes da escuridão da noite
E uma estranha luz brilhante
Que não deve nada à luz do dia
Aquele dia talvez possa parecer com outros dias
Mais uma vez, sentimos a trepidações nas pequenas pernas
Mais uma vez, estamos esmagados por um grande medo
Mas aquele dia não terá outros depois
Sem mais mundos iguais a esse
Porque eu tenho um plano
Um plano muito especial
Sem mais mundos iguais a esse
Sem mais dias iguais a esse
“Há quatro modos de morrer”, um sarcástico espírito talvez tenha dito a mim
“Há a morte que ocorre relativamente derrepende
Há a morte que ocorre relativamente gradualmente
Há a morte que ocorre indolor
E há a morte que ocorre repleta de sofrimento
Assim, por vários meios que são combinados
O derrepende e o gradualmente
O indolor e o repleto de sofrimento
Para dizer, apenas quatro maneiras de morrer
E não há outras”
Mesmo depois de sua voz ter parado de falar
Eu escutei falar novamente
Depois de horas e dias e anos terem se passado
Eu ouvi mais palavras
Ainda, tudo que eu ouvia foram os ecos fracos lembrando-me
Não há outros
Não há outros
Foi naquela época que eu comecei a confeccionar
Eu plano especial ?
Não há maneiras de escapar desse mundo
Ele penetra mesmo em seu sono
E é a substância
Você é pego em seu próprio sonhar
Onde não há escapatória
E um inferno sempre onde não há tempo
Você não pode fazer nada que não tenha sido mandado
Não há nem mesmo esperança para escapar desse sonho
Ele nunca foi seu
As palavras que você fala são apenas as palavras dele
E você fala como um traidor
Sob sua tortura incessante
Há muitos que tem projetos sobre esse mundo
E sonham com selvagens e vastas reformas
Eu tenho escutado eles falando em seu sonho
Sobre mutações elegantes
E aniquilação de astúcia
Eu tenho ouvido eles sussurrarem em cantos de casas destroçadas
E em becos próximos aos fundos das ruas de seus destroçados e quebrados universos
Que em seus novos designs foram feitos em linhas retas e com som
Mas cada um desses projetos são concebidos
São perturbados em seus corações
Já que eles vêem esse mundo como se fosse sozinho e original
E não como um em incontáveis outros
Cujo os pesadelos tem procedências
Como um enorme jardim brotando de uma única semente
Eu tenho escutado esses sonhadores falando em seus sonos
E eu espero por eles
Em um topo de um lance de escadas escuras
Eles não sabem nada sobre mim
E nenhum dos segredos de meu plano especial
Enquanto eu sei todos destroçados e quebrados passos deles
Teve a voz de alguém que estava esperando na escuridão
Quem estava olhando para a lua e esperando por eu virar a esquina
E entrar em uma rua estreita
E ficar com ele no maçante vidrado luar
E aí ele falou para mim
Ele sussurrou
Que meu plano era errado
Que meu plano especial para esse mundo era um terrível engano
“Porque”, ele disse, “Não há nada para fazer e não há nenhum lugar para ir
Não há nada para ser e ninguém para saber
Seu plano é um engano”, ele repetiu
“Esse mundo é um engano”, Eu respondi
As crianças sempre seguian ele
Quando eles rezavam para ser
Um andar divertido
Um homem divertido
Um home divertido, divertido, divertido
Ele os fez rir algumas vezes
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
Um dia ele os levou para um lugar
Ele conhecia um lugar especial
E contou a eles coisas sobre esse mundo
Esse tão divertido mundo
Quais o fizeram rir as vezes
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
E então o homem engraçado que os fizeram rir
As vezes ele fazia
Relavam a eles o seu plano especial
O seu plano muito especial e divertido
Sabendo que eles poderia entender
E talvez rir algumas coisas
Ele os fez rir, ah, sim, ele fez
Ele fez, ele fez, ele fez.
Ah, como ele os fez rolar
Seus olhos cresceram abaixo de suas pálpebras
E como ele os fez rolar
Eu primeiro aprendi os fatos de um lunático
Em um escuro e quieto quarto que fedia como o tempo e o espaço
Não há pessoas
Nada mesmo como isso
O fenômeno humano é apenas a soma das camadas densamente enroladas em ilusão
Quais são postos a cima de um vento de suprema insanidade
Não há personalidades de todos os tipos
Quando todos eles podem ser espelhos sem mente
Rindo e gritando enquanto desfilam sobre
Em um sonho infinito
Mas quando eu perguntei ao lunático o que era
Ele jurou a si mesmo junto daqueles espelhos
Enquanto eles marchavam em um infinito tempo e espaço obsoleto
Ele apenas olhou e sorriu
Então ele riu e gritou
E em seus vazios olhos escuros
Eu vi por um momento como em um espelho
A forma de uma sombra da divinidade
Em vôo para um obsoleto infinito
Do tempo e espaço e o pior de tudo
Dos sonhos desse mundo
Meu plano especial para as risas
E para os gritos
Nós fomos ver algumas pequenas neves
Que foi encenada em um antigo galpão
Passado a orla da cidade
E tudo pareceu estar bem
A cortina do palco em miniatura brilhava no escuro
Enquanto aquelas bonecas eram puxadas por suas cordas diante de nossos olhos
E tudo pareceu estar bem
Mas depois veio um ponto de alguns tinham notado
E eu era um
Que silenciosamente abandoou o show
Não, eu não
Porque eu poderia ver para onde as coisas estavam indo
Como as travessuras dos bonecos ficaram estranhas
E as cordas frágeis ficaram tensas
Com seus pequeninos membros
Os outros a minha volta ficaram chocados
E abandonaram o show
Aquele foi um apresentado em um pequeno galpão
Passado a orla da cidade
Mas eu queria testemunhar o que nunca poderia ser
Eu queria ver o que não poderia ser visto
Mas no momento do desastre ser consumado
Meus fantoches tornaram a encarar o ventríloquo
Estava no crepúsculo e eu estava envolto a uma névoa acinzentada abaixo do grande edifício vazio
Quando o silêncio foi enriquecido por uma voz ressonante
“Todas as coisas desse mundo,” disse
“são apenas de uma essência
Para qual não há palavras
Essa é uma grande parte que não tem começo nem final
E para uma essência desse mundo para qual não existe palavras
É que tudo desse mundo
Essa é a menor parte que teve um começo e terá um fim
E para que a palavra fosse concebida especialmente para falar
O pequeno quebrado nesse mundo teve início”, ele disse
“Os inícios e os finais desse mundo”, ele disse
Para que a palavra fosse concebida especialmente para falar
Agora remova essas palavras e o que resta ?”, ele me pergunta
Enquanto eu estava parado no crepúsculo do grande prédio
Mas eu não respondi
A pergunta ecoou várias vezes
Mas eu permaneci em silêncio até que o eco morresse
E quando o crepúsculo se transformou em noite, eu senti meu
Plano especial, para qual não há palavras
Movendo-se para uma escuridão maior
Há alguns que não tem vozes
Ou nunca irão falar
Porque das coisas que ele sabe sobre esse mundo
E as coisas que eles sentiram sobre esse mundo
Porque os pensamentos que enchem o cérebro
É um cérebro danificado
Porque a dor que enche o corpo
É um corpo danificado
Existem em outras palavras
Incontáveis palavras
Quais ficam sozinhas em um vazio infinitamente escuro
Para o qual nenhuma palavra foi concebida
E onde nenhuma voz é capaz de falar
Quando um cérebro é repleto de pensamentos danificados
Quando um corpo danificado é repleto de dor
E permanece sozinho em um mundo cercado com o vazio infinitamente escuro
E existe um mundo para o qual não há um plano especial
Quando todos que você já amou finalmente se foi
Quando tudo que você sempre quis finalmente teve seu final
Quando todos seus pesadelos estão por um tempo obscurecidos
Por um brilhante farol sem cérebro
Ou por um eclipse de várias formas terríveis desse mundo
Quando você está calmo e contente
E finalmente totalmente sozinho
Em uma grande nova escuridão
Você finalmente irá executar seu plano especial
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